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#AstroMiniBR: um ‘buraco gigante’ na atmosfera solar

O TecMundo e o #AstroMiniBR, selecionam toda semana as notícias e curiosidades astronômicas mais relevantes para compartilhar com você, um pouco mais sobre o intrigante e fascinante universo da astronomia. Confira abaixo!

Alerta de auroras

Astrônomos observaram um enorme buraco coronal na atmosfera do Sol, com uma extensão de aproximadamente 800 mil quilômetros, quase o equivalente ao dobro da distância da Terra à Lua. Esses buracos coronais são regiões onde o campo magnético do Sol se abre, permitindo que partículas carregadas escapem em alta velocidade como vento solar.

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NASA detectou um buraco solar 62 vezes maior que a Terra. (Fonte:  NASA/SDO)

Essa formação específica gerou ventos solares direcionados à Terra, com velocidades de até 800 km/s. A interação dessas partículas com a magnetosfera terrestre pode desencadear fenômenos como tempestades geomagnéticas, que, em condições moderadas, produzem espetáculos de auroras boreais e austrais visíveis em altas latitudes, como em países próximos aos polos do planeta.

Embora a maioria das tempestades geomagnéticas tenha impactos limitados, eventos mais intensos podem representar sérios riscos para a infraestrutura tecnológica. Redes de satélites, sistemas de comunicação via rádio e até mesmo redes elétricas podem ser afetados por alterações no campo magnético terrestre induzidas por ventos solares.

Este buraco coronal foi identificado durante o atual ciclo solar, que está em fase de alta atividade, o que significa que tais eventos podem se tornar mais frequentes nos próximos anos. Monitorar essas regiões do Sol é crucial para prever tempestades solares com antecedência, permitindo que medidas sejam tomadas para proteger equipamentos e minimizar danos.

Quantas estrelas existem na Via Láctea?

A Via Láctea, nossa galáxia, é um vasto arquipélago de estrelas contendo centenas de bilhões delas, e cada uma pode abrigar sistemas planetários. Com base em observações feitas principalmente pelo telescópio Kepler, da NASA, os cientistas estimam que existam pelo menos 100 bilhões de planetas na nossa galáxia.

Este número é um valor mínimo baseado na frequência com que exoplanetas foram detectados em torno de estrelas na amostra observada e extrapolado para todo o conjunto da Via Láctea. A melhor estimativa feita indica que possa existir uma média de um planeta por cada estrela na nossa galáxia, chegando a um número máximo de cerca de 400 bilhões de planetas possíveis.

Entre esses planetas, acredita-se que muitos sejam gigantes gasosos como Júpiter e Saturno, mas também há uma fração significativa de planetas rochosos, semelhantes à Terra, orbitando dentro das zonas habitáveis de suas estrelas.

A diversidade desses planetas é imensa: existem mundos que orbitam duas estrelas ao mesmo tempo, e outros que flutuam livremente no espaço, conhecidos como “planetas órfãos”, sem vínculo com nenhuma estrela. Além disso, planetas em sistemas múltiplos podem ter órbitas complexas, moldadas pela gravidade de várias estrelas.

As descobertas recentes mostram que as condições para a formação de planetas são comuns, e até estrelas pequenas, como anãs vermelhas, que representam a maior parte da população estelar da nossa galáxia, podem hospedar sistemas planetários.

Um possível asteroide lunar

Um asteroide que passou a apenas 220 mil quilômetros da Terra no segundo semestre de 2024, dentro da órbita da Lua, intrigou os cientistas ao exibir características incomuns. Batizado como 2024 MU69, os cientistas passaram a sugerir, após análises detalhadas, que ele pode ser um fragmento da Lua, arrancado por um impacto antigo.

O asteroide, que mede aproximadamente 5 metros de diâmetro, possui características composicionais incomuns que o diferenciam de outros objetos semelhantes. Dados espectroscópicos revelaram uma assinatura química muito próxima à da crosta lunar, indicando que o objeto poderia ter se formado a partir de um evento de colisão de alta energia na superfície da Lua.

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Asteroide 2024 PT5 na sua passagem próxima à Terra no final de 2024.  (Fonte: Two-Meter Twin Telescope / Light Bridges / Instituto de Astrofísica de Canarias)

A descoberta é fascinante porque reforça o impacto constante de corpos celestes no Sistema Solar, especialmente na Lua, cuja superfície registra bilhões de anos de bombardeios. Fragmentos gerados por esses impactos são frequentemente lançados ao espaço e podem se tornar asteroides em órbita ao redor do Sol.

A trajetória do asteroide recém-detectado também é um indicativo importante: sua órbita elíptica está intimamente associada à Terra-Lua, sugerindo uma origem próxima ao nosso planeta.

Gostou de saber dessas curiosidades sobre o universo? Acompanhe o #AstroMiniBR toda segunda-feira, aqui no TecMundo. Até mais!



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