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© Reuters. Entrada da sede do Banco Central, em Brasília
22/03/2022
REUTERS/Adriano Machado
Por Lisa Pauline Mattackal
(Reuters) – Manter a privacidade e aumentar a compreensão da tecnologia de “blockchain” são questões primárias a serem resolvidas antes que a moeda digital do Banco Central, chamada Drex, esteja pronta para uso geral, disse o coordenador do projeto da autoridade monetária nesta terça-feira.
A primeira fase de lançamento do Drex, destinada a instituições financeiras, está programada para maio de 2024, embora tenha sido adiada em relação ao lançamento inicial planejado para fevereiro.
“Estamos utilizando tecnologia de contabilidade distribuída baseada na Máquina Virtual . Essa tecnologia tende a ser muito aberta com todas as informações dos participantes”, disse Fabio Araújo, coordenador da iniciativa do real digital do BC, referindo-se ao software que executa contratos inteligentes em um livro-caixa em “blockchain”.
“Precisamos garantir que a privacidade seja compatível com a lei”, disse ele no Reuters Global Markets Forum.
A maturidade do mercado é outra questão importante a resolver, já que o BC deseja que as empresas desenvolvam novos casos de uso para a tecnologia, afirmou Araújo.
A autarquia espera abrir testes para novos protocolos depois do próximo mês de maio e lançar testes com a população em geral até o final de 2024, embora Araujo tenha destacado que este cronograma depende do cumprimento dos requisitos de segurança e privacidade.
Ele ressaltou que é improvável que o real digital tenha a mesma integração rápida que o Pix, mas o BC trabalharia com outros ramos do governo para aumentar a educação financeira do consumidor.
O BC pretende usar a moeda digital para impulsionar o acesso a serviços financeiros, com Araujo citando investimentos fáceis em títulos públicos como um possível caso de uso inicial.
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