Want to Partnership with me? Book A Call

Popular Posts

Dream Life in Paris

Questions explained agreeable preferred strangers too him her son. Set put shyness offices his females him distant.

Categories

Edit Template

#AstroMiniBR: um núcleo como o da Terra pode existir em Marte

O TecMundo e a equipe do #AstroMiniBR, semanalmente, fazem uma seleção especial com as curiosidades astronômicas mais relevantes, para compartilhar com você, um pouco sobre o nosso fascinante universo. Confira abaixo!

1. Novas descobertas sobre o núcleo marciano

Pesquisas recentes sugerem que Marte pode possuir um núcleo interno sólido, semelhante ao da Terra. Cientistas da Universidade de Bayreuth e do European Synchrotron Radiation Facility (ESRF) conduziram experimentos submetendo amostras de ferro e enxofre a altas pressões e temperaturas, replicando as condições do interior marciano.

Esses testes resultaram na cristalização de uma nova fase de sulfeto de ferro, denominada Fe4??S3, indicando que o núcleo profundo de Marte pode ser sólido.

06112707448166 #AstroMiniBR: um núcleo como o da Terra pode existir em Marte
Superfície do planeta vermelho pode encobrir um núcleo sólido como o da Terra. (Fonte: NASA/JPL)

Esses achados desafiam estudos anteriores baseados em dados sísmicos da missão InSight da NASA, que apontavam para um núcleo líquido em Marte. A presença de elementos mais leves, como o enxofre, no núcleo marciano, levaria à expectativa de um estado líquido devido às temperaturas elevadas.

No entanto, os novos experimentos mostraram que o sulfeto de ferro pode cristalizar mesmo em temperaturas mais baixas dentro da faixa estimada para o núcleo de Marte, tornando plausível a existência de um núcleo interno sólido.

Se confirmado, um núcleo sólido em Marte seria mais uma característica compartilhada com a Terra, além de semelhanças como calotas polares, vulcões e cânions. Essa descoberta poderia fornecer insights sobre a evolução geológica e a dinâmica interna do planeta vermelho, aproximando nosso entendimento das condições que moldaram Marte e a Terra ao longo de bilhões de anos.

2. A belíssima nebulosa de Órion

A Nebulosa de Órion, também conhecida como M42, é uma das regiões de formação estelar mais estudadas e visíveis da Terra. Localizada a aproximadamente 1.344 anos-luz de distância, na constelação de Órion, essa nebulosa é uma imensa nuvem de gás e poeira onde novas estrelas estão nascendo.

Com um diâmetro de cerca de 24 anos-luz, M42 brilha intensamente devido à radiação emitida pelas estrelas recém-formadas, que ionizam o gás ao seu redor. A nebulosa é visível a olho nu como uma mancha difusa no cinturão de Órion e se destaca como um dos objetos mais impressionantes do céu noturno quando observada por meio de telescópios.

Fisicamente, a Nebulosa de Órion é composta majoritariamente por hidrogênio, com pequenas quantidades de hélio, oxigênio, carbono e outros elementos. Sua estrutura é complexa, com filamentos de poeira escura e regiões brilhantes de gás ionizado.

No coração da nebulosa está o aglomerado estelar Trapezium, um conjunto de estrelas extremamente quentes e massivas que emitem intensa radiação ultravioleta, esculpindo a nebulosa e impulsionando a formação de novas estrelas.

A presença de discos protoplanetários em torno de muitas dessas estrelas indica que sistemas planetários podem estar se formando dentro da nebulosa, tornando-a um laboratório cósmico para o estudo da evolução estelar e planetária.

Além de ser um berçário estelar, a Nebulosa de Órion também é um objeto essencial para a astronomia porque fornece informações cruciais sobre os processos de formação de estrelas e a dinâmica do meio interestelar. Estudá-la auxilia na compreensão de como as nuvens moleculares colapsam para formar estrelas e planetas, oferecendo pistas sobre a história e a evolução do nosso próprio Sistema Solar.

3. Sondas Voyager em modo de economia de energia

As sondas Voyager 1 e Voyager 2, lançadas pela NASA em 1977, são as espaçonaves mais distantes da Terra, explorando o espaço interestelar após completarem missões históricas pelos planetas exteriores do Sistema Solar.

Para prolongar suas operações, a NASA está adotando medidas para economizar energia, devido à diminuição contínua da potência gerada pelos geradores termoelétricos de radioisótopos (RTGs) das sondas, que perdem cerca de 4 watts por ano.

06112707385165 #AstroMiniBR: um núcleo como o da Terra pode existir em Marte
Instrumentos das sondas Voyager. (Fonte: NASA)

Recentemente, no último dia 25 de fevereiro, os engenheiros da NASA desligaram o experimento de raios cósmicos da Voyager 1. Planejam também, em 24 de março, desativar o instrumento de partículas carregadas de baixa energia da Voyager 2.

Cada sonda originalmente possuía dez instrumentos científicos; após essas desativações, restarão três operacionais em cada uma. Essas ações visam conservar energia e permitir que as sondas continuem transmitindo dados científicos valiosos por mais tempo, possivelmente até a década de 2030.

Gostou do conteúdo? Então, fique sempre atualizado sobre as últimas curiosidades astronômicas aqui no TecMundo. Até a próxima!

Share Article:

angeloapnascimento@gmail.com

Writer & Blogger

Considered an invitation do introduced sufficient understood instrument it. Of decisively friendship in as collecting at. No affixed be husband ye females brother garrets proceed. Least child who seven happy yet balls young. Discovery sweetness principle discourse shameless bed one excellent. Sentiments of surrounded friendship dispatched connection is he. Me or produce besides hastily up as pleased. 

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Junte-se à família!

Inscreva-se para receber um boletim informativo.

Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado, tente novamente.

Tags

    Edit Template

    Sobre

    O apetite não humorado voltou informado. Posse, comparação, inquietação, ele não convence de forma decisiva.

    Tags

      © 2025 Created TI Project