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Guerra espacial: militares dos EUA reforçam a necessidade do país ter ‘armas no espaço’

O Comando Espacial dos Estados Unidos (SPACECOM) voltou a reforçar a importância de o país implantar “armas no espaço”, diante dos avanços mais recentes de China e Rússia nesta área. O tema foi abordado durante o 40º Simpósio Espacial em Colorado Springs, na terça-feira (8).

Em outras ocasiões, o general Stephen Whiting, chefe da unidade do Departamento de Defesa dos EUA responsável pelas operações militares no espaço sideral, já havia falado sobre a necessidade de “incêndios espaciais”, expressão que se refere a armas capazes de criar efeitos letais ou não letais em um alvo específico. Mas desta vez, o apelo foi ainda mais explícito.

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As armas no espaço podem ser usadas para derrubar satélites inimigos. (Imagem: Getty Images)

“É hora de podermos dizer claramente que precisamos de ‘incêndios espaciais’ e precisamos de sistemas de armas. Precisamos de interceptadores orbitais. E como chamamos isso? Chamamos essas armas e precisamos delas para impedir um conflito espacial e ter sucesso se acabarmos em tal luta”, declarou.

Apesar dos pedidos insistentes de Whiting, as autoridades do país têm evitado avançar em discussões sobre o assunto, devido ao medo de dar início a uma corrida armamentista na órbita terrestre, como destaca o site Defense One. Mas isso pode mudar em breve.

Armas espaciais em desenvolvimento

No evento, o líder do SPACECOM também revelou que o órgão vai financiar um programa que ajudará no desenvolvimento de armas para utilização em órbita. Em parceria com o SPACEWERX, divisão de inovação do serviço, a iniciativa terá a participação de 10 empresas.

Cada uma delas terá cerca de US$ 2 milhões, o equivalente a cerca de quase R$ 12 milhões pela cotação atual, para a criação de tecnologias que possibilitem manobras espaciais sustentadas semelhantes às que a China já possui. O prazo para que as participantes entreguem seus projetos será de 15 meses.

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China e Rússia parecem ter tomado a dianteira na “guerra espacial”. (Imagem: Getty Images)

“Para serem bem-sucedidas, nossas atividades de sustentação devem ser robustas no espaço e também aqui em terra firme, para garantir a capacidade de sobrevivência e resiliência em todas as fases do conflito. Sustentar até que a missão seja concluída é essencial para o nosso sucesso”, apontou Whiting.

O general disse, ainda, que a tecnologia poderá ser integrada ao escudo antimísseis que o presidente Donald Trump pretende construir. Batizado de Golden Dome, o mecanismo inspirado no Domo de Ferro de Israel prevê o uso de interceptores no espaço com capacidade de derrubar armas disparadas contra o território americano.

Tratado do Espaço Sideral proíbe armas em órbita

Com os movimentos mais recentes das três grandes potências mundiais em relação à uma corrida armamentista espacial, o Tratado do Espaço Sideral aparentemente foi deixado de lado. Firmado em 1967, o acordo proíbe a utilização de armas de destruição em massa na órbita terrestre.

Isso vale para armas com capacidade de destruir, interromper e degradar satélites dos adversários, como as que já teriam sido testadas por China e Rússia. Em março, o Pentágono afirmou que tem acompanhado manobras como essas realizadas pelas duas nações no espaço.

No caso das atividades russas, os EUA teriam observado manobras com satélites cercando e isolando outros em órbita baixa, o que poderia ser usado para derrubar espaçonaves futuramente. Além disso, Moscou estaria desenvolvendo uma arma nuclear espacial para atacar constelações de satélites governamentais e comerciais.

Já a China estaria realizando atividades com satélites de sensoriamento remoto para monitorar tropas inimigas, além de desenvolver sistemas que afetam satélites adversários, mísseis antissatélites e lasers para uso em órbita, conforme relataram autoridades dos EUA.

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