Hiroyuki Wada, da associação dos “médicos de árvores”, que ajudou a supervisionar o desenvolvimento da ferramenta, diz que é “maravilhoso poder identificar a localização e a condição das cerejeiras”.
Para ele, o ideal seria que os especialistas usassem esses dados para analisar os motivos da fragilidade das cerejeiras.
Wada, que frequentemente inspeciona cerejeiras em Tóquio, notou recentemente um aumento no número de árvores que requerem cuidados especiais. “Estou muito preocupado. As mudanças ambientais geralmente são graduais, mas agora estão visíveis”, diz.
“Tem o impacto do calor e, claro, a falta de chuvas, sem falar na idade das árvores, o que naturalmente torna a situação mais grave”, destaca.
A JMA (Agência Meteorológica do Japão) informou em janeiro que 2024 foi o ano mais quente do arquipélago desde o início dos registros.
Desde o ano passado, a Kirin começou a doar parte de seus lucros para a preservação das cerejeiras.




