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A Grande Mancha de Lixo do Pacífico está se transformando em um ecossistema

A Grande Mancha de Lixo do Pacífico (GPGP na sigla em inglês) é uma imensa área de acumulação de lixo marinho localizada no Oceano Pacífico Norte, entre o Havaí e a Califórnia. É formada principalmente por plásticos e outros detritos que são arrastados pelas correntes oceânicas e se concentram naquela região.

Em entrevista recente à Popular Science, o líder de modelagem computacional da organização The Ocean Cleanup, Bruno Sainte-Rose, descreve uma viagem de navio, do porto de Victoria, no Canadá, até a chamada “sopa de microplásticos”. Após três dias e meio de navegação no sentido sudoeste, “você vê um aumento de avistamentos de detritos”, diz Sainte-Rose. 

O termo “sopa de microplásticos” é o mais apropriado, segundo o engenheiro aeroespacial, pois a GPGP não é apenas uma “ilha” de resíduos boiando no oceano, mas sim uma massa compacta, claramente vista por satélites ou navios. Como 86% dos plásticos provêm da atividade pesqueira, segundo a Ocean Cleanup, a sopa é pontuada por redes de pesca descartadas ou perdidas. 

Por que a Grande Mancha de Lixo não para de crescer?

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A GPGP se dividiu em duas: a Ocidental e a Orienta. (Fonte: (Fonte: NOAA/Divulgação)

A GPGP começou a ser notada em 1973, quando alguns navegantes perceberam uma quantidade anormal de objetos artificiais no Pacífico Norte. Embora plásticos flutuantes sejam comuns nos oceanos (são 171 trilhões de fragmentos segundo um estudo de 2023), a surpresa foi encontrá-los tão distantes da costa. “A estação espacial internacional está realmente mais próxima da GPGP na maior parte do tempo do que do resto dos seres humanos”, diz Sainte-Rose.

A massa de plásticos enredados se concentra em uma área remota, envolvida pelo Giro do Pacífico Norte, uma grande corrente oceânica que gira no sentido horário e captura detritos e os move gradualmente pelo oceano. Os vórtices lentos desse giro vão acumulando os resíduos. Hoje a mancha de divide em duas: a Ocidental, perto do Japão, e a Oriental, entre Califórnia e Havaí. O plástico circula entre essas zonas, mas não escapa das correntes.

A Ocean Cleanup é uma organização sem fins lucrativos holandesa que tem como missão desenvolver tecnologias para remover plástico dos oceanos e evitar que ele chegue até lá. Só em 2024, 11,5 milhões de quilos de lixo foram retirados dos oceanos e rios mundiais. A fundação estima que, com um investimento de US$ 7,5 bilhões, seria possível eliminar o GPGP em uma década. 

Os plásticos já formaram um ecossistema

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Muitos microrganismos são retirados junto com o lixo removido dos mares. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Embora apresentadas como uma solução para limpar os oceanos, as soluções da Ocean Cleanup enfrentam críticas. A principal delas é que suas redes capturam plásticos maiores, mas deixam para trás os microplásticos, que são 90% do problema. Outra questão é que, embora as redes permitam que animais marinhos escapem, ecossistemas aderidos aos detritos (compostos por microrganismos) são removidos com o lixo.

“Você vê uma diversidade muito ampla de microrganismos ligados ao plástico”, afirma a microbiologista marinha Sonja Oberbeckmann, do Instituto Federal de Pesquisa e Teste de Materiais na Alemanha, à PopSci. Sainte-Rose contra-argumenta que esses “surfistas de plástico” são espécies invasoras, que nem deveriam estar nos oceanos.

Ele lembra que a GPGP é apenas uma das abordagens da Ocean Cleanup, que trabalha também em rios, bloqueando a ida de plásticos para os oceanos, em projetos mais viáveis financeiramente para governos locais e mais visíveis para o público. Enquanto isso, a limpeza da GPGP, mais distante e complexa, enfrenta problemas de financiamento.  “É problema de todos e de ninguém, certo?” provoca Sainte-Rose.

Se o plástico no mar é problema de todos e de ninguém, quem vai agir primeiro? Compartilhar esta matéria pode ser um bom começo, pois, compreender a dimensão da poluição plástica pode inspirar ações como; reduzir o uso de plásticos descartáveis e reciclá-los corretamente.
 

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angeloapnascimento@gmail.com

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