{"id":26908,"date":"2023-07-30T11:16:50","date_gmt":"2023-07-30T14:16:50","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2023\/07\/30\/garrafa-pet-com-areia-resolve-falta-de-sinal-de-celular\/"},"modified":"2023-07-30T11:16:50","modified_gmt":"2023-07-30T14:16:50","slug":"garrafa-pet-com-areia-resolve-falta-de-sinal-de-celular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2023\/07\/30\/garrafa-pet-com-areia-resolve-falta-de-sinal-de-celular\/","title":{"rendered":"Garrafa PET com areia resolve falta de sinal de celular?"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p dir=\"ltr\">Quem mora ou j\u00e1 visitou regi\u00f5es remotas do pa\u00eds sabe que a qualidade da rede de celular nesses locais costuma ser baixa \u2014 quando n\u00e3o inexistente. Nessa hora, vale tudo para tentar recuperar um pontinho do sinal, at\u00e9 pensar nas gambiarras mais inusitadas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 o caso da antena feita com garrafa PET, pedras e areia, uma t\u00e9cnica famosa que, de vez em quando, ganha destaque nas <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/redes-sociais\/ \">redes sociais<\/a> e voltou a viralizar no TikTok nesta semana.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O v\u00eddeo, publicado por Bianca Veronez, foi gravado no s\u00edtio dos av\u00f3s de sua amiga, Gabrielly Campos, na zona rural de Maril\u00e2ndia do Sul, no interior do Paran\u00e1, onde estavam reunidas para uma &#8220;festa julina&#8221;.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;O s\u00edtio \u00e9 bem no meio do mato, n\u00e3o pega torre nenhuma, nem nos lugares altos&#8221;.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Foi o tio de Gabrielly quem descobriu a antena improvisada por meio de uma publica\u00e7\u00e3o no Facebook e mostrou para o pai (av\u00f4 da jovem), que mesmo descrente, resolveu testar. Para sua surpresa, a gambiarra deu certo e a conex\u00e3o do celular voltou na mesma hora.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O &#8220;celulitro&#8221; \u2014 como foi apelidada a inven\u00e7\u00e3o \u2014 fez sucesso na fam\u00edlia e hoje cerca de 10 torres est\u00e3o espalhadas pela casa, entre bases fixas, feitas em gal\u00f5es de \u00e1gua, e &#8220;torres&#8221; m\u00f3veis, em garrafas PET. No fundo do pl\u00e1stico, que \u00e9 cortado no centro para acomodar o celular, vai uma camada de pedra e areia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Bianca conta que o sinal n\u00e3o pegava em nenhum lugar da casa, exceto dentro da garrafa. Nos coment\u00e1rios do v\u00eddeo, que soma mais de 1,7 milh\u00e3o de visualiza\u00e7\u00f5es, quem testou jura que a antena realmente funciona.<\/p>\n<h2>Mas como isso \u00e9 poss\u00edvel?<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">A inven\u00e7\u00e3o, na verdade, n\u00e3o tem base t\u00e9cnica. Afinal, nenhum dos materiais utilizados \u00e9 capaz de influenciar na capta\u00e7\u00e3o do sinal \u2014 pelo contr\u00e1rio, eles s\u00e3o maus condutores de eletricidade e praticamente invis\u00edveis para as ondas eletromagn\u00e9ticas emitidas e recebidas pelo celular.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, explica que nos locais onde a recep\u00e7\u00e3o do sinal \u00e9 muito fraca, qualquer obst\u00e1culo pode atenu\u00e1-lo, como uma parede, um m\u00f3vel ou at\u00e9 mesmo o corpo humano, ao segurar o telefone.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Qualquer objeto ou corpo \u00e9 um obst\u00e1culo \u00e0s ondas eletromagn\u00e9ticas. Alguns refletem elas totalmente, como os metais, e outras deixam passar, mas atenuam o seu tamanho, o que ocorre com o corpo humano, por exemplo&#8221;<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A m\u00e1gica, ent\u00e3o, n\u00e3o estaria no celulitro em si, mas sim na dist\u00e2ncia em que o aparelho fica em rela\u00e7\u00e3o ao corpo quando est\u00e1 apoiado nele. &#8220;O que pode acontecer \u00e9 que o celular, parado e longe de interfer\u00eancias, consegue captar o sinal, que \u00e9 muito fraco&#8221;, conta.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em>Para mais v\u00eddeos com not\u00edcias, dicas e curiosidades de tecnologia e de ci\u00eancia, siga <a href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@tilt_uol\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@tilt_uol<\/a> no TikTok.<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2023\/07\/30\/sem-sinal-de-celular-antena-feita-com-garrafa-pet-faz-sucesso-nas-redes.htm\">Link da Materia direta da fonte <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem mora ou j\u00e1 visitou regi\u00f5es remotas do pa\u00eds sabe que a qualidade da rede de celular nesses locais costuma ser baixa \u2014 quando n\u00e3o inexistente. Nessa hora, vale tudo para tentar recuperar um pontinho do sinal, at\u00e9 pensar nas gambiarras mais inusitadas. \u00c9 o caso da antena feita com garrafa PET, pedras e areia, uma t\u00e9cnica famosa que, de vez em quando, ganha destaque nas redes sociais e voltou a viralizar no TikTok nesta semana. O v\u00eddeo, publicado por Bianca Veronez, foi gravado no s\u00edtio dos av\u00f3s de sua amiga, Gabrielly Campos, na zona rural de Maril\u00e2ndia do Sul, no interior do Paran\u00e1, onde estavam reunidas para uma &#8220;festa julina&#8221;. &#8220;O s\u00edtio \u00e9 bem no meio do mato, n\u00e3o pega torre nenhuma, nem nos lugares altos&#8221;. Foi o tio de Gabrielly quem descobriu a antena improvisada por meio de uma publica\u00e7\u00e3o no Facebook e mostrou para o pai (av\u00f4 da jovem), que mesmo descrente, resolveu testar. Para sua surpresa, a gambiarra deu certo e a conex\u00e3o do celular voltou na mesma hora. O &#8220;celulitro&#8221; \u2014 como foi apelidada a inven\u00e7\u00e3o \u2014 fez sucesso na fam\u00edlia e hoje cerca de 10 torres est\u00e3o espalhadas pela casa, entre bases fixas, feitas em gal\u00f5es de \u00e1gua, e &#8220;torres&#8221; m\u00f3veis, em garrafas PET. No fundo do pl\u00e1stico, que \u00e9 cortado no centro para acomodar o celular, vai uma camada de pedra e areia. Bianca conta que o sinal n\u00e3o pegava em nenhum lugar da casa, exceto dentro da garrafa. Nos coment\u00e1rios do v\u00eddeo, que soma mais de 1,7 milh\u00e3o de visualiza\u00e7\u00f5es, quem testou jura que a antena realmente funciona. Mas como isso \u00e9 poss\u00edvel? A inven\u00e7\u00e3o, na verdade, n\u00e3o tem base t\u00e9cnica. Afinal, nenhum dos materiais utilizados \u00e9 capaz de influenciar na capta\u00e7\u00e3o do sinal \u2014 pelo contr\u00e1rio, eles s\u00e3o maus condutores de eletricidade e praticamente invis\u00edveis para as ondas eletromagn\u00e9ticas emitidas e recebidas pelo celular. Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, explica que nos locais onde a recep\u00e7\u00e3o do sinal \u00e9 muito fraca, qualquer obst\u00e1culo pode atenu\u00e1-lo, como uma parede, um m\u00f3vel ou at\u00e9 mesmo o corpo humano, ao segurar o telefone. &#8220;Qualquer objeto ou corpo \u00e9 um obst\u00e1culo \u00e0s ondas eletromagn\u00e9ticas. 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