{"id":28873,"date":"2023-10-27T11:30:39","date_gmt":"2023-10-27T14:30:39","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2023\/10\/27\/maioria-das-empresas-que-operam-com-criptoativos-no-brasil-nao-tem-licenca-de-regulador-diz-abcripto-por-reuters-2\/"},"modified":"2023-10-27T11:30:39","modified_gmt":"2023-10-27T14:30:39","slug":"maioria-das-empresas-que-operam-com-criptoativos-no-brasil-nao-tem-licenca-de-regulador-diz-abcripto-por-reuters-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2023\/10\/27\/maioria-das-empresas-que-operam-com-criptoativos-no-brasil-nao-tem-licenca-de-regulador-diz-abcripto-por-reuters-2\/","title":{"rendered":"Maioria das empresas que operam com criptoativos no Brasil n\u00e3o tem licen\u00e7a de regulador, diz ABcripto Por Reuters"},"content":{"rendered":"<p> [ad_1]<br \/>\n<\/p>\n<div>\n<div id=\"imgCarousel\" class=\"imgCarousel\">\n<img  title=\"\" decoding=\"async\"  alt=\"Cryptocurrencies_800x533_L_1556528002 Maioria das empresas que operam com criptoativos no Brasil n\u00e3o tem licen\u00e7a de regulador, diz ABcripto Por Reuters\"  id=\"carouselImage\" src=\"https:\/\/i-invdn-com.investing.com\/news\/Cryptocurrencies_800x533_L_1556528002.jpg\" style=\"visibility:hidden\"\/><br \/>\n<span class=\"text\"\/><br \/>\n<i class=\"imgGrad\"\/>\n<\/div>\n<p>Por Paula Arend Laier<\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO (Reuters) &#8211; Levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) divulgado nesta sexta-feira mostra que 68% das empresas que operam com <a href=\"https:\/\/br.investing.com\/crypto\/\">ativos digitais<\/a> no Brasil n\u00e3o possuem licen\u00e7a ou autoriza\u00e7\u00e3o para opera\u00e7\u00e3o cedida por \u00f3rg\u00e3os reguladores no pa\u00eds.<\/p>\n<p>A parcela restante, de 32%, possui algum tipo de licen\u00e7a para opera\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os como Banco Central, Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM) e Superintend\u00eancia de Seguros Privados (Susep), entre outros.<\/p>\n<p>A ABcripto n\u00e3o detalha a raz\u00e3o de tal diferen\u00e7a, apenas cita que as empresas sem essas licen\u00e7as aguardam a publica\u00e7\u00e3o das regras para autoriza\u00e7\u00e3o de empresas pelos reguladores do mercado financeiro.<\/p>\n<p>O levantamento foi realizado por meio de question\u00e1rios com empresas que atuam no setor entre 15 e 28 de junho deste ano. A ABcripto foi criada em 2017 e tem cerca de 40 associadas, incluindo MB, Foxbit, Ita\u00fa Unibanco (BVMF:), Visa, Mastercard, entre outras, incluindo escrit\u00f3rios de advocacia e consultorias.<\/p>\n<p>Todas as companhias do estudo Criptoeconomia no Brasil 2023 indicaram possuir algum tipo de controle, com apenas 5% afirmando que t\u00eam apenas um servi\u00e7o de atendimento ao consumidor (SAC) e nenhuma outra estrutura de compliance.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra que 63% das empresas processaram volume financeiro inferior a 100 milh\u00f5es de reais no \u00faltimo exerc\u00edcio, enquanto 8% ultrapassaram 5 bilh\u00f5es de reais.<\/p>\n<p>Conforme os dados, 79% das empresas atuam na \u00e1rea de intermedia\u00e7\u00e3o &#8211; negocia\u00e7\u00e3o, mesa de opera\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e market making &#8211; e 62% em infraestrutura &#8211; liquida\u00e7\u00e3o, cripto como servi\u00e7o, cust\u00f3dia, moeda eletr\u00f4nica e c\u00e2mbio.<\/p>\n<p>As respostas para a indica\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os oferecidos permitiam m\u00faltiplas escolhas.<\/p>\n<p>A maioria dos participantes do estudo \u00e9 de empresas constitu\u00eddas no Brasil, sendo que 55% declararam que s\u00e3o microempresas ou companhias de pequeno porte. O Estado de S\u00e3o Paulo conta com 71% do setor.<\/p>\n<\/div>\n<p>[ad_2]<br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/br.investing.com\/news\/cryptocurrency-news\/maioria-das-empresas-que-operam-com-criptoativos-no-brasil-nao-tem-licenca-de-regulador-diz-abcripto-1171207\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ad_1] Por Paula Arend Laier S\u00c3O PAULO (Reuters) &#8211; Levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) divulgado nesta sexta-feira mostra que 68% das empresas que operam com ativos digitais no Brasil n\u00e3o possuem licen\u00e7a ou autoriza\u00e7\u00e3o para opera\u00e7\u00e3o cedida por \u00f3rg\u00e3os reguladores no pa\u00eds. A parcela restante, de 32%, possui algum tipo de licen\u00e7a para opera\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os como Banco Central, Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM) e Superintend\u00eancia de Seguros Privados (Susep), entre outros. A ABcripto n\u00e3o detalha a raz\u00e3o de tal diferen\u00e7a, apenas cita que as empresas sem essas licen\u00e7as aguardam a publica\u00e7\u00e3o das regras para autoriza\u00e7\u00e3o de empresas pelos reguladores do mercado financeiro. O levantamento foi realizado por meio de question\u00e1rios com empresas que atuam no setor entre 15 e 28 de junho deste ano. A ABcripto foi criada em 2017 e tem cerca de 40 associadas, incluindo MB, Foxbit, Ita\u00fa Unibanco (BVMF:), Visa, Mastercard, entre outras, incluindo escrit\u00f3rios de advocacia e consultorias. Todas as companhias do estudo Criptoeconomia no Brasil 2023 indicaram possuir algum tipo de controle, com apenas 5% afirmando que t\u00eam apenas um servi\u00e7o de atendimento ao consumidor (SAC) e nenhuma outra estrutura de compliance. A pesquisa mostra que 63% das empresas processaram volume financeiro inferior a 100 milh\u00f5es de reais no \u00faltimo exerc\u00edcio, enquanto 8% ultrapassaram 5 bilh\u00f5es de reais. Conforme os dados, 79% das empresas atuam na \u00e1rea de intermedia\u00e7\u00e3o &#8211; negocia\u00e7\u00e3o, mesa de opera\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e market making &#8211; e 62% em infraestrutura &#8211; liquida\u00e7\u00e3o, cripto como servi\u00e7o, cust\u00f3dia, moeda eletr\u00f4nica e c\u00e2mbio. As respostas para a indica\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os oferecidos permitiam m\u00faltiplas escolhas. A maioria dos participantes do estudo \u00e9 de empresas constitu\u00eddas no Brasil, sendo que 55% declararam que s\u00e3o microempresas ou companhias de pequeno porte. O Estado de S\u00e3o Paulo conta com 71% do setor. 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