{"id":33400,"date":"2025-02-05T16:27:12","date_gmt":"2025-02-05T19:27:12","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/05\/usando-um-cotonete-novo-teste-preve-quanto-uma-pessoa-ainda-tem-de-vida\/"},"modified":"2025-02-05T16:27:12","modified_gmt":"2025-02-05T19:27:12","slug":"usando-um-cotonete-novo-teste-preve-quanto-uma-pessoa-ainda-tem-de-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/05\/usando-um-cotonete-novo-teste-preve-quanto-uma-pessoa-ainda-tem-de-vida\/","title":{"rendered":"Usando um cotonete, novo teste prev\u00ea quanto uma pessoa ainda tem de vida"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Os rel\u00f3gios biol\u00f3gicos s\u00e3o mecanismos moleculares que nos permitem medir o envelhecimento biol\u00f3gico de uma pessoa ou organismo. Isso porque essa idade nem sempre bate com a cronol\u00f3gica. Fatores externos, como dieta, estresse, tabagismo, \u00e1lcool e exerc\u00edcios f\u00edsicos podem deixar marcas em nosso genoma, a forma como nossos genes se expressam.<\/p>\n<p>Chamados de modifica\u00e7\u00f5es epigen\u00e9ticas, essas marcas no genoma s\u00e3o usadas por modelos de aprendizado de m\u00e1quina em biomarcadores conhecidos como rel\u00f3gios de envelhecimento epigen\u00e9ticos. Mais do que simplesmente biol\u00f3gica, a idade epigen\u00e9tica mostra a metila\u00e7\u00e3o do DNA, enzimas que, como clipes, <strong>\u201cdesligam\u201d trechos espec\u00edficos do nosso c\u00f3digo gen\u00e9tico.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Um estudo recente publicado na revista Frontiers in Aging apresentou o CheekAge, um rel\u00f3gio epigen\u00e9tico capaz de prever com precis\u00e3o o risco de mortalidade, usando dados de metila\u00e7\u00e3o coletados em c\u00e9lulas de dentro das bochechas. Diferente dos demais rel\u00f3gios de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/401788-como-o-teste-de-dna-comprova-uma-relacao-familiar.htm\">o CheekAge pode ser feito em \u00e2mbito dom\u00e9stico, com o uso de um swab<\/a>.<\/p>\n<h2>CheekAge e a epigen\u00e9tica<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150557223500.jpg\"  alt=\"05150557223500 Usando um cotonete, novo teste prev\u00ea quanto uma pessoa ainda tem de vida\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150557301501.jpg 209w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150557223499.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150557411503.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150557348502.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Rel\u00f3gios epigen\u00e9ticos mostram marcas em nosso DNA, causadas por fatores externos. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O CheekAge inova entre os biomarcadores de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, por conseguir trabalhar com informa\u00e7\u00f5es epigen\u00e9ticas obtidas em amostras bucais, na previs\u00e3o da idade biol\u00f3gica de uma pessoa <strong>e na estimativa confi\u00e1vel do seu risco de mortalidade<\/strong>. Segundo o novo estudo, isso \u00e9 poss\u00edvel \u201cmesmo se dados epigen\u00e9ticos de outro tecido forem usados como entrada\u201d.<\/p>\n<p>Primeiro autor do artigo e chefe de biologia computacional e ci\u00eancia de dados da empresa Tally Health (startup que desenvolveu o CheekAge), Maxim Shokhirev, explicou ao Medical News Today (MNT) que o rel\u00f3gio epigen\u00e9tico \u201cest\u00e1 significativamente associado a fatores de estilo de vida, como sono, exerc\u00edcios e consumo de \u00e1lcool, bem como fatores de sa\u00fade, como infec\u00e7\u00e3o por COVID, tratamento de c\u00e2ncer e IMC\u201d.<\/p>\n<p>Mas, no estudo atual, os pesquisadores testaram se o CheekAge tamb\u00e9m est\u00e1 associado ao risco de mortalidade, usando <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/266887-dna-ajuda-desvendar-arvore-genealogica-antiga-registrada.htm\">um conjunto de dados de sangue coletado de um grupo de adultos mais velhos<\/a>&#8220;, explicou Shokhirev. O objetivo foi comprovar se um biomarcador treinado em c\u00e9lulas da bochecha seria capaz de avaliar o risco de mortalidade em um banco de dados baseado em amostras de sangue.<\/p>\n<h2>Testando o poder de previs\u00e3o de mortalidade do CheekAge<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150715005509.jpg\"  alt=\"05150715005509 Usando um cotonete, novo teste prev\u00ea quanto uma pessoa ainda tem de vida\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150715037510.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150715271513.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150715068511.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150715255512.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>O CheekAge trabalha com modifica\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas do nosso DNA. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Por meio de programas de computador usados para an\u00e1lise estat\u00edstica, Shokhirev e seus colegas avaliaram o qu\u00e3o precisamente o modelo conseguiu prever a mortalidade por qualquer causa em 1.513 mulheres e homens, nascidos em 1921 e 1936 e acompanhados ao longo da vida pelo programa de pesquisa Lothian Birth Cohorts (LBC) da Universidade de Edimburgo, na Esc\u00f3cia.<\/p>\n<p>No LBC, os pesquisadores buscavam estabelecer conex\u00f5es complexas entre o decl\u00ednio ou manuten\u00e7\u00e3o das capacidades mentais e fatores como estilo de vida pessoal, condi\u00e7\u00f5es psicossociais, dados biom\u00e9dicos, informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, caracter\u00edsticas epigen\u00e9ticas e resultados de imagens cerebrais dos participantes.<\/p>\n<p>Para testar a capacidade de o CheekAge prever o risco de mortalidade, a equipe atual utilizou o \u00faltimo ponto de tempo de metila\u00e7\u00e3o (modifica\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas no DNA) dispon\u00edvel do LBC e <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/produto\/221115-teste-ancestralidade-entenda-funciona-detecta.htm\">os dados sobre \u00f3bitos obtidos no sistema de registro de sa\u00fade \u00fanico na Esc\u00f3cia<\/a>, o Scottish NHS Central Register.<\/p>\n<h2>Quais os resultados da avalia\u00e7\u00e3o do CheekAge?<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150843223515.jpg\"  alt=\"05150843223515 Usando um cotonete, novo teste prev\u00ea quanto uma pessoa ainda tem de vida\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150843145514.jpg 235w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150843286518.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150843255517.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/05\/05150843223516.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Envelhecer s\u00f3 faz sentido associado a uma melhor qualidade de vida. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os resultados do novo biomarcador superaram as expectativas. Segundo os autores, \u201co CheekAge est\u00e1 significativamente associado \u00e0 mortalidade em um conjunto de dados longitudinais e supera rel\u00f3gios de primeira gera\u00e7\u00e3o treinados em conjuntos de dados contendo dados de sangue\u201d.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o estat\u00edstica indicou que, quando h\u00e1 um aumento de um desvio padr\u00e3o no CheekAge, ocorre um incremento de 21% na taxa de risco de mortalidade por todas as causas. Isso significa que <strong>quanto mais o biomarcador indica um envelhecimento al\u00e9m do esperado para a idade cronol\u00f3gica, maior \u00e9 o risco de morte.<\/strong><\/p>\n<p>Para a terapeuta ocupacional Britany Ferri, do Conselho Nacional de Envelhecimento dos EUA, &#8220;tornar essa tecnologia amplamente acess\u00edvel pode levar a pr\u00e1ticas de sa\u00fade mais equitativas, beneficiando pessoas de diferentes origens&#8221;. N\u00e3o se trata apenas de vida mais longa, diz a escritora ao MNT, \u201cmas uma melhor qualidade de vida \u00e0 medida que envelhecemos\u201d.<\/p>\n<p>Para saber um pouco mais sobre o processo de envelhecimento, entenda como funciona na pr\u00e1tica o \u201ccron\u00f4metro da morte\u201d. Para assuntos como esse e, principalmente, para descobrir dicas sobre uma vida mais saud\u00e1vel, continue conosco, no TecMundo. At\u00e9 breve.<\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/402267-usando-um-cotonete-novo-teste-preve-quanto-uma-pessoa-ainda-tem-de-vida.htm\">Link da Materia direta da fonte <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os rel\u00f3gios biol\u00f3gicos s\u00e3o mecanismos moleculares que nos permitem medir o envelhecimento biol\u00f3gico de uma pessoa ou organismo. Isso porque essa idade nem sempre bate com a cronol\u00f3gica. Fatores externos, como dieta, estresse, tabagismo, \u00e1lcool e exerc\u00edcios f\u00edsicos podem deixar marcas em nosso genoma, a forma como nossos genes se expressam. Chamados de modifica\u00e7\u00f5es epigen\u00e9ticas, essas marcas no genoma s\u00e3o usadas por modelos de aprendizado de m\u00e1quina em biomarcadores conhecidos como rel\u00f3gios de envelhecimento epigen\u00e9ticos. Mais do que simplesmente biol\u00f3gica, a idade epigen\u00e9tica mostra a metila\u00e7\u00e3o do DNA, enzimas que, como clipes, \u201cdesligam\u201d trechos espec\u00edficos do nosso c\u00f3digo gen\u00e9tico.\u00a0 Um estudo recente publicado na revista Frontiers in Aging apresentou o CheekAge, um rel\u00f3gio epigen\u00e9tico capaz de prever com precis\u00e3o o risco de mortalidade, usando dados de metila\u00e7\u00e3o coletados em c\u00e9lulas de dentro das bochechas. Diferente dos demais rel\u00f3gios de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, o CheekAge pode ser feito em \u00e2mbito dom\u00e9stico, com o uso de um swab. CheekAge e a epigen\u00e9tica Rel\u00f3gios epigen\u00e9ticos mostram marcas em nosso DNA, causadas por fatores externos. 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Mas, no estudo atual, os pesquisadores testaram se o CheekAge tamb\u00e9m est\u00e1 associado ao risco de mortalidade, usando um conjunto de dados de sangue coletado de um grupo de adultos mais velhos&#8220;, explicou Shokhirev. O objetivo foi comprovar se um biomarcador treinado em c\u00e9lulas da bochecha seria capaz de avaliar o risco de mortalidade em um banco de dados baseado em amostras de sangue. Testando o poder de previs\u00e3o de mortalidade do CheekAge O CheekAge trabalha com modifica\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas do nosso DNA. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o) Por meio de programas de computador usados para an\u00e1lise estat\u00edstica, Shokhirev e seus colegas avaliaram o qu\u00e3o precisamente o modelo conseguiu prever a mortalidade por qualquer causa em 1.513 mulheres e homens, nascidos em 1921 e 1936 e acompanhados ao longo da vida pelo programa de pesquisa Lothian Birth Cohorts (LBC) da Universidade de Edimburgo, na Esc\u00f3cia. No LBC, os pesquisadores buscavam estabelecer conex\u00f5es complexas entre o decl\u00ednio ou manuten\u00e7\u00e3o das capacidades mentais e fatores como estilo de vida pessoal, condi\u00e7\u00f5es psicossociais, dados biom\u00e9dicos, informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, caracter\u00edsticas epigen\u00e9ticas e resultados de imagens cerebrais dos participantes. Para testar a capacidade de o CheekAge prever o risco de mortalidade, a equipe atual utilizou o \u00faltimo ponto de tempo de metila\u00e7\u00e3o (modifica\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas no DNA) dispon\u00edvel do LBC e os dados sobre \u00f3bitos obtidos no sistema de registro de sa\u00fade \u00fanico na Esc\u00f3cia, o Scottish NHS Central Register. Quais os resultados da avalia\u00e7\u00e3o do CheekAge? Envelhecer s\u00f3 faz sentido associado a uma melhor qualidade de vida. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o) Os resultados do novo biomarcador superaram as expectativas. Segundo os autores, \u201co CheekAge est\u00e1 significativamente associado \u00e0 mortalidade em um conjunto de dados longitudinais e supera rel\u00f3gios de primeira gera\u00e7\u00e3o treinados em conjuntos de dados contendo dados de sangue\u201d. A avalia\u00e7\u00e3o estat\u00edstica indicou que, quando h\u00e1 um aumento de um desvio padr\u00e3o no CheekAge, ocorre um incremento de 21% na taxa de risco de mortalidade por todas as causas. Isso significa que quanto mais o biomarcador indica um envelhecimento al\u00e9m do esperado para a idade cronol\u00f3gica, maior \u00e9 o risco de morte. Para a terapeuta ocupacional Britany Ferri, do Conselho Nacional de Envelhecimento dos EUA, &#8220;tornar essa tecnologia amplamente acess\u00edvel pode levar a pr\u00e1ticas de sa\u00fade mais equitativas, beneficiando pessoas de diferentes origens&#8221;. 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