{"id":34122,"date":"2025-02-10T18:58:52","date_gmt":"2025-02-10T21:58:52","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/10\/astrominibr-punch-a-mais-nova-missao-da-nasa\/"},"modified":"2025-02-10T18:58:52","modified_gmt":"2025-02-10T21:58:52","slug":"astrominibr-punch-a-mais-nova-missao-da-nasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/10\/astrominibr-punch-a-mais-nova-missao-da-nasa\/","title":{"rendered":"#AstroMiniBR: PUNCH, a mais nova miss\u00e3o da NASA"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>A equipe do <a href=\"https:\/\/twitter.com\/AstroMiniBR\">#AstroMiniBR<\/a> em parceria com o TecMundo, te atualizam com as novidades mais relevantes e curiosas sobre o nosso universo. Confira!<\/p>\n<h2>1. Uma nova miss\u00e3o da NASA vem a\u00ed!<\/h2>\n<p>A NASA est\u00e1 prestes a lan\u00e7ar uma miss\u00e3o inovadora chamada PUNCH (Polarimeter to Unify the Corona and Heliosphere), que visa estudar a rela\u00e7\u00e3o entre a coroa solar e o vento solar.<strong> A miss\u00e3o ser\u00e1 lan\u00e7ada em 27 de fevereiro de 2025, a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, e contar\u00e1 com quatro sat\u00e9lites que ir\u00e3o estudar a heliosfera<\/strong>, a regi\u00e3o ao redor do Sol formada pelo vento solar.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214544313007.jpg\"  alt=\"09214544313007 #AstroMiniBR: PUNCH, a mais nova miss\u00e3o da NASA\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214544251005.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214544329008.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214544220004.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214544329009.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Instrumentos da miss\u00e3o PUNCH, da NASA (Fonte: NASA)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O objetivo principal da miss\u00e3o \u00e9 entender como a coroa solar <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/289217-estudo-releva-correlacao-entre-temperatura-velocidade-ventos-solares.htm\">se transforma no vento solar<\/a> e como essa conex\u00e3o forma a heliosfera, uma esp\u00e9cie de &#8220;bolha&#8221; que envolve todo o nosso sistema solar. Essa pesquisa tem implica\u00e7\u00f5es significativas, especialmente na previs\u00e3o de eventos de clima espacial que afetam a Terra, como auroras e poss\u00edveis impactos nas redes el\u00e9tricas.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o PUNCH utilizar\u00e1 seus sat\u00e9lites em posi\u00e7\u00f5es de \u00f3rbitas de baixa altitude ao redor da Terra. Essa configura\u00e7\u00e3o permitir\u00e1 que os sat\u00e9lites realizem observa\u00e7\u00f5es detalhadas da coroa solar e do vento solar, com uma perspectiva mais pr\u00f3xima do que as miss\u00f5es anteriores. Al\u00e9m disso, os sat\u00e9lites poder\u00e3o obter dados de diferentes pontos, <strong>melhorando a cobertura e a resolu\u00e7\u00e3o das imagens em 3D da heliosfera<\/strong>.<\/p>\n<h2>2. Quanto tempo um f\u00f3ton leva para sair do Sol?<\/h2>\n<p>A luz que vemos do Sol come\u00e7a sua jornada no n\u00facleo, <strong>onde a fus\u00e3o nuclear transforma hidrog\u00eanio em h\u00e9lio<\/strong>, liberando uma enorme quantidade de energia na forma de f\u00f3tons de alta energia, principalmente raios gama. No entanto, esses f\u00f3tons n\u00e3o viajam diretamente para o espa\u00e7o.<\/p>\n<p>O interior do Sol \u00e9 t\u00e3o denso que, ao serem emitidos, os f\u00f3tons colidem repetidamente com part\u00edculas de plasma, sendo absorvidos e reemitidos em dire\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias. Esse processo de \u201ccaminho aleat\u00f3rio\u201d <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/290507-fotons-rapidos-luz-desafiam-ordem-tempo.htm\">faz com que um f\u00f3ton demore<\/a>, em m\u00e9dia, entre 10 mil e 200 mil anos para percorrer os cerca de 700 mil quil\u00f4metros que separam o n\u00facleo da superf\u00edcie do Sol.<\/p>\n<div class=\"raw-html-embed\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">imagina voc\u00ea, f\u00e3 da Madonna, desce na esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4 em Copacabana e quer chegar ao palco&#8230;<br \/>essa \u00e9 a dificuldade que um f\u00f3ton produzido no interior do Sol passa para chegar at\u00e9 n\u00f3s. do n\u00facleo solar, at\u00e9 a sua superf\u00edcie, um f\u00f3ton leva ~170 mil de anos*!!! <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/AstroMiniBR?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#AstroMiniBR<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/nE8hnT70hD\">pic.twitter.com\/nE8hnT70hD<\/a><\/p>\n<p>\u2014 yanna martins franco (@martins_yanna) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/martins_yanna\/status\/1786250181114990913?ref_src=twsrc%5Etfw\">May 3, 2024<\/a><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>\u00c0 medida que os f\u00f3tons viajam para fora, atravessam diferentes camadas do Sol, como a zona radiativa e a zona convectiva. <strong>Na zona radiativa, que se estende por aproximadamente 70% do raio solar<\/strong>, a energia ainda se propaga lentamente por radia\u00e7\u00e3o, com os f\u00f3tons sendo continuamente absorvidos e reemitidos. J\u00e1 na zona convectiva, mais pr\u00f3xima da superf\u00edcie, o transporte de energia se torna mais eficiente.<\/p>\n<p>Nessa regi\u00e3o, colunas de g\u00e1s quente sobem enquanto material mais frio desce, criando enormes c\u00e9lulas de convec\u00e7\u00e3o que aceleram a transfer\u00eancia de calor para a superf\u00edcie, a fotosfera.<\/p>\n<p>Quando os f\u00f3tons alcan\u00e7am finalmente a fotosfera, eles escapam para o espa\u00e7o e viajam a incr\u00edveis 300 mil km\/s at\u00e9 chegarem \u00e0 Terra, um trajeto que leva apenas cerca de 8 minutos. No entanto, a radia\u00e7\u00e3o que inicialmente era composta por raios gama foi transformada em f\u00f3tons de menor energia, principalmente luz vis\u00edvel, <strong>devido \u00e0s in\u00fameras intera\u00e7\u00f5es que ocorreram no interior do Sol<\/strong>.<\/p>\n<p>Assim, <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/265566-onde-terra-recebe-luz-sol-descubra.htm\">a luz solar que ilumina nosso planeta<\/a> hoje pode ter come\u00e7ado sua jornada h\u00e1 milhares de anos, tornando cada raio de Sol que chega \u00e0 Terra uma rel\u00edquia da longa e complexa din\u00e2mica do interior solar.<\/p>\n<h2>3. \u00a0A &#8220;Gal\u00e1xia do Alvo&#8221; observada pelo Hubble<\/h2>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble capturou uma imagem impressionante de uma gal\u00e1xia com um padr\u00e3o que lembra um alvo, <strong>chamada LEDA 1313424, que \u00e9 duas vezes e meia maior que a Via L\u00e1ctea e possui nove an\u00e9is<\/strong>.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Essa forma\u00e7\u00e3o foi causada por uma colis\u00e3o c\u00f3smica ocorrida h\u00e1 50 milh\u00f5es de anos, quando uma gal\u00e1xia an\u00e3 azul atravessou o centro da LEDA 1313424, deixando an\u00e9is de estrelas no caminho, como ondas formadas por uma pedra lan\u00e7ada na \u00e1gua.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214544298006.jpg\"  alt=\"09214544298006 #AstroMiniBR: PUNCH, a mais nova miss\u00e3o da NASA\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214543766001.jpg 166w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214543766002.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214543766003.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/09\/09214543766000.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Gal\u00e1xia LEDA 1313424 observada pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. (Fonte: NASA\/HST)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Esse evento \u00e9 raro, pois as colis\u00f5es gal\u00e1cticas ocorrem com frequ\u00eancia no universo, mas \u00e9 incomum uma gal\u00e1xia passar diretamente pelo centro de outra. Al\u00e9m dos oito an\u00e9is vis\u00edveis na imagem, dados do Observat\u00f3rio Keck sugerem a exist\u00eancia de um nono anel, ainda mais distante. <strong>A passagem da gal\u00e1xia an\u00e3 tamb\u00e9m causou a forma\u00e7\u00e3o de novas estrelas, impulsionadas pela intera\u00e7\u00e3o entre g\u00e1s e poeira<\/strong>.<\/p>\n<p>Este fen\u00f4meno confirma previs\u00f5es feitas por modelos computacionais que indicavam que os an\u00e9is se expandem a partir do ponto de colis\u00e3o. Os cientistas est\u00e3o entusiasmados com a descoberta, que tamb\u00e9m permitir\u00e1 melhorar os modelos de <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/288759-via-lactea-andromeda-colisao-galactica-nao-acontecer.htm\">simula\u00e7\u00e3o de colis\u00f5es gal\u00e1cticas<\/a>, com a esperan\u00e7a de que o telesc\u00f3pio Nancy Grace Roman da NASA encontre mais gal\u00e1xias com eventos semelhantes no futuro.<\/p>\n<p>Curtiu o conte\u00fado? \u00a0Conte para a gente em nossas redes sociais e compartilhe a mat\u00e9ria com seus amigos. At\u00e9 mais!<\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A equipe do #AstroMiniBR em parceria com o TecMundo, te atualizam com as novidades mais relevantes e curiosas sobre o nosso universo. Confira! 1. Uma nova miss\u00e3o da NASA vem a\u00ed! A NASA est\u00e1 prestes a lan\u00e7ar uma miss\u00e3o inovadora chamada PUNCH (Polarimeter to Unify the Corona and Heliosphere), que visa estudar a rela\u00e7\u00e3o entre a coroa solar e o vento solar. A miss\u00e3o ser\u00e1 lan\u00e7ada em 27 de fevereiro de 2025, a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, e contar\u00e1 com quatro sat\u00e9lites que ir\u00e3o estudar a heliosfera, a regi\u00e3o ao redor do Sol formada pelo vento solar. Instrumentos da miss\u00e3o PUNCH, da NASA (Fonte: NASA) O objetivo principal da miss\u00e3o \u00e9 entender como a coroa solar se transforma no vento solar e como essa conex\u00e3o forma a heliosfera, uma esp\u00e9cie de &#8220;bolha&#8221; que envolve todo o nosso sistema solar. Essa pesquisa tem implica\u00e7\u00f5es significativas, especialmente na previs\u00e3o de eventos de clima espacial que afetam a Terra, como auroras e poss\u00edveis impactos nas redes el\u00e9tricas. A miss\u00e3o PUNCH utilizar\u00e1 seus sat\u00e9lites em posi\u00e7\u00f5es de \u00f3rbitas de baixa altitude ao redor da Terra. Essa configura\u00e7\u00e3o permitir\u00e1 que os sat\u00e9lites realizem observa\u00e7\u00f5es detalhadas da coroa solar e do vento solar, com uma perspectiva mais pr\u00f3xima do que as miss\u00f5es anteriores. Al\u00e9m disso, os sat\u00e9lites poder\u00e3o obter dados de diferentes pontos, melhorando a cobertura e a resolu\u00e7\u00e3o das imagens em 3D da heliosfera. 2. Quanto tempo um f\u00f3ton leva para sair do Sol? A luz que vemos do Sol come\u00e7a sua jornada no n\u00facleo, onde a fus\u00e3o nuclear transforma hidrog\u00eanio em h\u00e9lio, liberando uma enorme quantidade de energia na forma de f\u00f3tons de alta energia, principalmente raios gama. No entanto, esses f\u00f3tons n\u00e3o viajam diretamente para o espa\u00e7o. O interior do Sol \u00e9 t\u00e3o denso que, ao serem emitidos, os f\u00f3tons colidem repetidamente com part\u00edculas de plasma, sendo absorvidos e reemitidos em dire\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias. Esse processo de \u201ccaminho aleat\u00f3rio\u201d faz com que um f\u00f3ton demore, em m\u00e9dia, entre 10 mil e 200 mil anos para percorrer os cerca de 700 mil quil\u00f4metros que separam o n\u00facleo da superf\u00edcie do Sol. imagina voc\u00ea, f\u00e3 da Madonna, desce na esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4 em Copacabana e quer chegar ao palco&#8230;essa \u00e9 a dificuldade que um f\u00f3ton produzido no interior do Sol passa para chegar at\u00e9 n\u00f3s. do n\u00facleo solar, at\u00e9 a sua superf\u00edcie, um f\u00f3ton leva ~170 mil de anos*!!! #AstroMiniBR pic.twitter.com\/nE8hnT70hD \u2014 yanna martins franco (@martins_yanna) May 3, 2024 \u00c0 medida que os f\u00f3tons viajam para fora, atravessam diferentes camadas do Sol, como a zona radiativa e a zona convectiva. 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Assim, a luz solar que ilumina nosso planeta hoje pode ter come\u00e7ado sua jornada h\u00e1 milhares de anos, tornando cada raio de Sol que chega \u00e0 Terra uma rel\u00edquia da longa e complexa din\u00e2mica do interior solar. 3. \u00a0A &#8220;Gal\u00e1xia do Alvo&#8221; observada pelo Hubble O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble capturou uma imagem impressionante de uma gal\u00e1xia com um padr\u00e3o que lembra um alvo, chamada LEDA 1313424, que \u00e9 duas vezes e meia maior que a Via L\u00e1ctea e possui nove an\u00e9is. Essa forma\u00e7\u00e3o foi causada por uma colis\u00e3o c\u00f3smica ocorrida h\u00e1 50 milh\u00f5es de anos, quando uma gal\u00e1xia an\u00e3 azul atravessou o centro da LEDA 1313424, deixando an\u00e9is de estrelas no caminho, como ondas formadas por uma pedra lan\u00e7ada na \u00e1gua. Gal\u00e1xia LEDA 1313424 observada pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. (Fonte: NASA\/HST) Esse evento \u00e9 raro, pois as colis\u00f5es gal\u00e1cticas ocorrem com frequ\u00eancia no universo, mas \u00e9 incomum uma gal\u00e1xia passar diretamente pelo centro de outra. Al\u00e9m dos oito an\u00e9is vis\u00edveis na imagem, dados do Observat\u00f3rio Keck sugerem a exist\u00eancia de um nono anel, ainda mais distante. A passagem da gal\u00e1xia an\u00e3 tamb\u00e9m causou a forma\u00e7\u00e3o de novas estrelas, impulsionadas pela intera\u00e7\u00e3o entre g\u00e1s e poeira. Este fen\u00f4meno confirma previs\u00f5es feitas por modelos computacionais que indicavam que os an\u00e9is se expandem a partir do ponto de colis\u00e3o. Os cientistas est\u00e3o entusiasmados com a descoberta, que tamb\u00e9m permitir\u00e1 melhorar os modelos de simula\u00e7\u00e3o de colis\u00f5es gal\u00e1cticas, com a esperan\u00e7a de que o telesc\u00f3pio Nancy Grace Roman da NASA encontre mais gal\u00e1xias com eventos semelhantes no futuro. 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