{"id":34240,"date":"2025-02-11T14:02:58","date_gmt":"2025-02-11T17:02:58","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/11\/afinal-o-asteroide-2024-yr4-pode-mesmo-atingir-a-terra-em-2032-o-que-podemos-fazer\/"},"modified":"2025-02-11T14:02:58","modified_gmt":"2025-02-11T17:02:58","slug":"afinal-o-asteroide-2024-yr4-pode-mesmo-atingir-a-terra-em-2032-o-que-podemos-fazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/11\/afinal-o-asteroide-2024-yr4-pode-mesmo-atingir-a-terra-em-2032-o-que-podemos-fazer\/","title":{"rendered":"Afinal, o asteroide 2024 YR4 pode mesmo atingir a Terra em 2032? O que podemos fazer?"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>O conhecimento coletivo sobre a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros h\u00e1 66 milh\u00f5es de anos, os filmes de cat\u00e1strofe e at\u00e9 mesmo as coberturas dram\u00e1ticas da m\u00eddia fazem dos asteroides um dos temas mais preocupantes para a humanidade. Por isso, o assunto do momento se tornou o asteroide 2024 YR4, detectado em dezembro de 2024, <strong>e com uma chance de 2,2% de atingir a Terra no dia 22 de dezembro de 2032<\/strong>, segundo o \u00faltimo boletim da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA).<\/p>\n<p>A rocha espacial de 40 a 90 metros de comprimento foi primeiro observada em 27 de dezembro, pelo telesc\u00f3pio Atlas (sigla em ingl\u00eas para Sistema de \u00daltimo Alerta de Impacto Terrestre de Asteroides), localizado em Rio Hurtado, no Chile. O Atlas faz parte de um programa da NASA para monitorar asteroides pr\u00f3ximos \u00e0 Terra (NEOs), explicou \u00e0 CNN o engenheiro de navega\u00e7\u00e3o do JPL e CNEOS, Davide Farnocchia.<\/p>\n<p>J\u00e1 batizado de 2024 YR4, o asteroide foi avaliado com chances de 1,3% para atingir nosso planeta em 2032. No dia 1\u00ba de fevereiro, essas chances subiram para 1,7%, caindo para 1,4% no dia seguinte. No dia 6 de fevereiro, as chances quase dobraram: foram para 2,3%, mas logo ca\u00edram para 2,2% no dia 7, de acordo com novas observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>Afinal, qual \u00e9 a chance real de o YR4 atingir a Terra?<\/h2>\n<div class=\"raw-html-embed\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">Essa anima\u00e7\u00e3o\/simula\u00e7\u00e3o mostra o prov\u00e1vel corredor de impacto do asteroide 2024 YR4 caso ele@colida com a Terra em 22 de dezembro de 2032!! Algumas grandes cidades estariam na linha !!! Qual cidade voc\u00ea gostaria que o asteroide atingisse? <a href=\"https:\/\/t.co\/cpzJIPJ5P9\">pic.twitter.com\/cpzJIPJ5P9<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Sacani (Space Today) &#8211; AKA Gord\u00e3o Foguetes (@SpaceToday1) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/SpaceToday1\/status\/1889036779317055670?ref_src=twsrc%5Etfw\">February 10, 2025<\/a><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Para a maioria de n\u00f3s, fazedores de planos, essa incerteza \u00e9 desesperadora. Mas, para os especialistas que fazem esses c\u00e1lculos orbitais, como Farnocchia, essas inconsist\u00eancias s\u00e3o caracter\u00edsticas esperadas quando o assunto s\u00e3o asteroides rec\u00e9m-descobertos pr\u00f3ximos \u00e0 Terra. <strong>\u201c\u00c9 verdade que a probabilidade de impacto dobrou recentemente, mas isso n\u00e3o significa que continuar\u00e1 assim\u201d<\/strong>, afirma o engenheiro de navega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A expectativa dos astr\u00f4nomos \u00e9 que essa porcentagem evolua um pouco mais, \u00e0 medida que novos dados sejam obtidos. Mas, se seguir o padr\u00e3o de outros NEOs famosos, ap\u00f3s aumentar, as chances ir\u00e3o cair bastante, segundo a ESA. O exemplo mais famoso, o asteroide Ap\u00f3fis, descoberto em 2004 <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/402364-simulacao-mostra-o-asteroide-bennu-colidindo-com-a-terra-em-2182-entenda.htm\">foi muito tempo considerado o \u201cAsteroide do Ju\u00edzo Final\u201d<\/a> at\u00e9 que, em 2021, os cientistas revisaram essa maldi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste momento, duas organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam trabalhado para entregar c\u00e1lculos mais precisos \u00e0 medida que o asteroide se afasta da Terra. S\u00e3o elas: o CNEOS da NASA e o Centro de Coordena\u00e7\u00e3o de Objetos Pr\u00f3ximos \u00e0 Terra, da ESA. \u201cO que importa \u00e9 que a probabilidade de impacto \u00e9 muito pequena e que provavelmente cair\u00e1 para zero \u00e0 medida que continuamos observando 2024 YR4\u201d, diz Farnocchia.<\/p>\n<h2>Como os asteroides amea\u00e7adores s\u00e3o descobertos?<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123305421283.jpg\"  alt=\"11123305421283 Afinal, o asteroide 2024 YR4 pode mesmo atingir a Terra em 2032? O que podemos fazer?\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123305421282.jpg 216w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123305484285.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123305468284.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123305499286.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Centro de Estudos de Objetos Pr\u00f3ximos \u00e0 Terra. (Fonte: NASA\/Wikimedia Commons\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tudo come\u00e7a com esses chamados cart\u00f3grafos do espa\u00e7o pr\u00f3ximo \u00e0 Terra, astr\u00f4nomos que operam os telesc\u00f3pios e definem \u00e1reas do c\u00e9u a serem observadas. No caso de ind\u00edcios de asteroides ou cometas potencialmente perigosos, eles podem marcar \u201caqui h\u00e1 drag\u00f5es\u201d, explica Farnocchia ao The New York Times.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/290810-5-asteroides-perigosos-terra-segundo-nasa.htm\">Assim que um \u201cdrag\u00e3o\u201d \u00e9 descoberto<\/a>, os dois centros de monitoramento ativam seus softwares automatizados de din\u00e2mica orbital (Scout e Sentry pela NASA; e Meerkat e Aegis para a ESA). A\u00ed, algumas \u00f3rbitas futuras indicam impacto com a Terra, mas muitas se afastam. Como se houvesse um holofote iluminando a frente do asteroide, as observa\u00e7\u00f5es v\u00e3o ficando mais claras, e as trajet\u00f3rias improv\u00e1veis s\u00e3o descartadas.<\/p>\n<p>Quando essa \u00e1rea de incerteza diminui, <strong>a Terra passa a ocupar mais espa\u00e7o dentro do foco do \u201cholofote<\/strong>\u201d. Com um leque menor de possibilidades, a chance de impacto aumenta, j\u00e1 que o asteroide tem agora menos rotas alternativas para seguir. \u201c\u00c9 por isso que a probabilidade de impacto aumenta\u201d, explica o engenheiro espacial do CNEOS, Juan Luis Cano, ao NYT.<\/p>\n<h2>\u00daltimas observa\u00e7\u00f5es do asteroide 2024 YR4 agora?<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123910201310.jpg\"  alt=\"11123910201310 Afinal, o asteroide 2024 YR4 pode mesmo atingir a Terra em 2032? O que podemos fazer?\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123910139307.jpg 235w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123910154308.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123910201311.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/11\/11123910186309.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Em abril, o 2024 YR4 desaparecer\u00e1 do nosso campo de vis\u00e3o. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Mesmo com uma pequena probabilidade de impacto, <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/400163-asteroide-dribla-monitoramento-e-so-e-detectado-apos-ter-atingido-a-terra.htm\">o asteroide YR4 est\u00e1 sendo seriamente considerado e acompanhado,<\/a> pela NASA e pela ESA. Como ele est\u00e1 se afastando rapidamente da Terra, os pesquisadores est\u00e3o utilizando telesc\u00f3pios maiores para observ\u00e1-lo. O objeto celeste dever\u00e1 estar vis\u00edvel at\u00e9 o in\u00edcio de abril, quando desaparecer\u00e1 em sua \u00f3rbita solar.<\/p>\n<p>Se sumir do nosso campo de vis\u00e3o antes que as ag\u00eancias espaciais consigam descartar completamente qualquer chance de impacto, o asteroide 2024 YR4 permanecer\u00e1 na nossa lista de riscos at\u00e9 voltar a ser observado, em junho de 2028, quando estiver retornando \u00e0 vizinhan\u00e7a da Terra, diz Farnocchia.<\/p>\n<p>Para o engenheiro de navega\u00e7\u00e3o, se o asteroide continuar sendo uma amea\u00e7a no final da atual janela de observa\u00e7\u00e3o, \u201cmedidas de mitiga\u00e7\u00e3o poderiam ser consideradas\u201d, embora seja ainda prematuro considerar isso. \u201cA prioridade agora \u00e9 continuar observando 2024 YR4 e reduzir suas incertezas posicionais em 2032, <strong>j\u00e1 que isso provavelmente descartar\u00e1 o impacto<\/strong>\u201d, avalia.<\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O conhecimento coletivo sobre a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros h\u00e1 66 milh\u00f5es de anos, os filmes de cat\u00e1strofe e at\u00e9 mesmo as coberturas dram\u00e1ticas da m\u00eddia fazem dos asteroides um dos temas mais preocupantes para a humanidade. Por isso, o assunto do momento se tornou o asteroide 2024 YR4, detectado em dezembro de 2024, e com uma chance de 2,2% de atingir a Terra no dia 22 de dezembro de 2032, segundo o \u00faltimo boletim da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA). A rocha espacial de 40 a 90 metros de comprimento foi primeiro observada em 27 de dezembro, pelo telesc\u00f3pio Atlas (sigla em ingl\u00eas para Sistema de \u00daltimo Alerta de Impacto Terrestre de Asteroides), localizado em Rio Hurtado, no Chile. O Atlas faz parte de um programa da NASA para monitorar asteroides pr\u00f3ximos \u00e0 Terra (NEOs), explicou \u00e0 CNN o engenheiro de navega\u00e7\u00e3o do JPL e CNEOS, Davide Farnocchia. J\u00e1 batizado de 2024 YR4, o asteroide foi avaliado com chances de 1,3% para atingir nosso planeta em 2032. No dia 1\u00ba de fevereiro, essas chances subiram para 1,7%, caindo para 1,4% no dia seguinte. No dia 6 de fevereiro, as chances quase dobraram: foram para 2,3%, mas logo ca\u00edram para 2,2% no dia 7, de acordo com novas observa\u00e7\u00f5es. Afinal, qual \u00e9 a chance real de o YR4 atingir a Terra? Essa anima\u00e7\u00e3o\/simula\u00e7\u00e3o mostra o prov\u00e1vel corredor de impacto do asteroide 2024 YR4 caso ele@colida com a Terra em 22 de dezembro de 2032!! Algumas grandes cidades estariam na linha !!! Qual cidade voc\u00ea gostaria que o asteroide atingisse? pic.twitter.com\/cpzJIPJ5P9 \u2014 Sacani (Space Today) &#8211; AKA Gord\u00e3o Foguetes (@SpaceToday1) February 10, 2025 Para a maioria de n\u00f3s, fazedores de planos, essa incerteza \u00e9 desesperadora. Mas, para os especialistas que fazem esses c\u00e1lculos orbitais, como Farnocchia, essas inconsist\u00eancias s\u00e3o caracter\u00edsticas esperadas quando o assunto s\u00e3o asteroides rec\u00e9m-descobertos pr\u00f3ximos \u00e0 Terra. \u201c\u00c9 verdade que a probabilidade de impacto dobrou recentemente, mas isso n\u00e3o significa que continuar\u00e1 assim\u201d, afirma o engenheiro de navega\u00e7\u00e3o. A expectativa dos astr\u00f4nomos \u00e9 que essa porcentagem evolua um pouco mais, \u00e0 medida que novos dados sejam obtidos. Mas, se seguir o padr\u00e3o de outros NEOs famosos, ap\u00f3s aumentar, as chances ir\u00e3o cair bastante, segundo a ESA. O exemplo mais famoso, o asteroide Ap\u00f3fis, descoberto em 2004 foi muito tempo considerado o \u201cAsteroide do Ju\u00edzo Final\u201d at\u00e9 que, em 2021, os cientistas revisaram essa maldi\u00e7\u00e3o. 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No caso de ind\u00edcios de asteroides ou cometas potencialmente perigosos, eles podem marcar \u201caqui h\u00e1 drag\u00f5es\u201d, explica Farnocchia ao The New York Times. Assim que um \u201cdrag\u00e3o\u201d \u00e9 descoberto, os dois centros de monitoramento ativam seus softwares automatizados de din\u00e2mica orbital (Scout e Sentry pela NASA; e Meerkat e Aegis para a ESA). A\u00ed, algumas \u00f3rbitas futuras indicam impacto com a Terra, mas muitas se afastam. Como se houvesse um holofote iluminando a frente do asteroide, as observa\u00e7\u00f5es v\u00e3o ficando mais claras, e as trajet\u00f3rias improv\u00e1veis s\u00e3o descartadas. Quando essa \u00e1rea de incerteza diminui, a Terra passa a ocupar mais espa\u00e7o dentro do foco do \u201cholofote\u201d. Com um leque menor de possibilidades, a chance de impacto aumenta, j\u00e1 que o asteroide tem agora menos rotas alternativas para seguir. \u201c\u00c9 por isso que a probabilidade de impacto aumenta\u201d, explica o engenheiro espacial do CNEOS, Juan Luis Cano, ao NYT. \u00daltimas observa\u00e7\u00f5es do asteroide 2024 YR4 agora? Em abril, o 2024 YR4 desaparecer\u00e1 do nosso campo de vis\u00e3o. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o) Mesmo com uma pequena probabilidade de impacto, o asteroide YR4 est\u00e1 sendo seriamente considerado e acompanhado, pela NASA e pela ESA. Como ele est\u00e1 se afastando rapidamente da Terra, os pesquisadores est\u00e3o utilizando telesc\u00f3pios maiores para observ\u00e1-lo. O objeto celeste dever\u00e1 estar vis\u00edvel at\u00e9 o in\u00edcio de abril, quando desaparecer\u00e1 em sua \u00f3rbita solar. 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Para o engenheiro de navega\u00e7\u00e3o, se o asteroide continuar sendo uma amea\u00e7a no final da atual janela de observa\u00e7\u00e3o, \u201cmedidas de mitiga\u00e7\u00e3o poderiam ser consideradas\u201d, embora seja ainda prematuro considerar isso. \u201cA prioridade agora \u00e9 continuar observando 2024 YR4 e reduzir suas incertezas posicionais em 2032, j\u00e1 que isso provavelmente descartar\u00e1 o impacto\u201d, avalia.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":34241,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-34240","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tecnologia"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34240","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34240"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34240\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34241"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34240"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34240"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34240"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}