{"id":35235,"date":"2025-02-17T20:03:08","date_gmt":"2025-02-17T23:03:08","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/17\/sistema-planetario-mais-veloz-ja-visto-e-detectado-por-cientistas-da-nasa\/"},"modified":"2025-02-17T20:03:08","modified_gmt":"2025-02-17T23:03:08","slug":"sistema-planetario-mais-veloz-ja-visto-e-detectado-por-cientistas-da-nasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/17\/sistema-planetario-mais-veloz-ja-visto-e-detectado-por-cientistas-da-nasa\/","title":{"rendered":"Sistema planet\u00e1rio mais veloz j\u00e1 visto \u00e9 detectado por cientistas da NASA"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Usando um m\u00e9todo indireto de observa\u00e7\u00e3o, astr\u00f4nomos podem ter detectado o sistema planet\u00e1rio mais r\u00e1pido j\u00e1 observado at\u00e9 hoje. Trata-se, na verdade, de um sistema estrela-planeta, pois consiste em uma estrela \u201cmirrada\u201d, segundo a NASA, puxando um \u00fanico planeta 30 vezes mais massivo do que a Terra.<\/p>\n<p>Se confirmada a rela\u00e7\u00e3o do sistema bin\u00e1rio com uma observa\u00e7\u00e3o anterior, feita em 2011 por outra equipe de astr\u00f4nomos, \u00e9 poss\u00edvel que esse sistema planet\u00e1rio \u00fanico esteja se movendo pela Via L\u00e1ctea a uma impressionante velocidade de 1,9 milh\u00e3o de quil\u00f4metros por hora. <strong>Isso equivale ao dobro da velocidade do nosso sistema solar atrav\u00e9s da Via L\u00e1ctea.<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o novo estudo, publicado recentemente na revista The Astronomical Journal, a estrela hospedeira tem uma massa equivalente a um quinto do Sol, e est\u00e1 localizada a cerca de 24 mil anos-luz do nosso planeta \u201cno interior gal\u00e1ctico\u201d, ou seja, em uma regi\u00e3o entre o nosso Sistema Solar e o centro da nossa gal\u00e1xia.<\/p>\n<h2>Sistema planet\u00e1rio super-r\u00e1pido ou planeta errante?<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122758916285.jpg\"  alt=\"17122758916285 Sistema planet\u00e1rio mais veloz j\u00e1 visto \u00e9 detectado por cientistas da NASA\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122758823281.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122758885282.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122758901284.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122758901283.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Estrela com super-Netuno ou planeta errante com lua?? (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O primeiro avistamento (indireto) do sistema estelar minimalista ocorreu em 2011, quando uma equipe de cientistas analisava dados coletados pelo projeto MOA (iniciais em ingl\u00eas par Observa\u00e7\u00f5es de Microlente em Astrof\u00edsica). A iniciativa internacional usa o fen\u00f4meno de microlente gravitacional para estudar objetos astrof\u00edsicos, como exoplanetas e mat\u00e9ria escura, operando a partir do Observat\u00f3rio Mount John, na Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/283121-ha-sistema-solar.htm\">T\u00e9cnica usada para encontrar mundos extrassolares<\/a> de dif\u00edcil detec\u00e7\u00e3o por outros m\u00e9todos, a microlente gravitacional ocorre quando um objeto massivo passa na frente de uma estrela distante. A gravidade do objeto atua, ent\u00e3o, <strong>como uma lente que distorce o espa\u00e7o-tempo ao redor<\/strong>, curvando e amplificando a luz da estrela de fundo.<\/p>\n<p>A equipe de 2011 ficou dividida entre a verdadeira natureza dos objetos microlentes: se era uma estrela com cerca de 20% da massa do nosso Sol com um planeta do tipo micro-Netuno (29 vezes mais pesado que a Terra) a reboque, ou um planeta errante (que n\u00e3o orbita uma estrela) com cerca de quatro vezes a massa de J\u00fapiter, puxando uma lua menor que a Terra.<\/p>\n<h2>Calculando a alta velocidade da estrela<\/h2>\n<p><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17121015915267.jpg\"  alt=\"17121015915267 Sistema planet\u00e1rio mais veloz j\u00e1 visto \u00e9 detectado por cientistas da NASA\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17121015915264.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17121015915265.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17121015899263.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17121015915266.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><\/p>\n<p>Usando os sinais de microlente, os pesquisadores da \u00e9poca inferiram que um dos objetos era cerca de 2,3 mil vezes mais pesado que o outro. Em um comunicado, o pesquisador s\u00eanior do novo estudo, David Bennett, da Universidade de Maryland College Park (UMD) e NASA Goddard, \u201cDeterminar a raz\u00e3o de massa \u00e9 f\u00e1cil. \u00c9 muito mais dif\u00edcil calcular suas massas reais\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/281226-sistema-solar-teve-15-planetas-orbitando-o-sol-onde-eles-parar.htm\">Para descobrir se os objetos vistos em 2011 eram um planeta errante e sua lua<\/a>, os astr\u00f4nomos pesquisaram dados do Observat\u00f3rio Keck no Hava\u00ed e do sat\u00e9lite Gaia da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA). Se esse fosse o caso, os objetos seriam efetivamente invis\u00edveis em observa\u00e7\u00e3o \u00f3ptica ou infravermelha,<strong> por n\u00e3o emitirem luz pr\u00f3pria<\/strong>.<\/p>\n<p>O que ocorreu, no entanto, foi que os astr\u00f4nomos encontraram uma estrela suspeita a cerca de 24 mil anos-luz de dist\u00e2ncia, o que coloca o objeto luminoso na regi\u00e3o central da nossa gal\u00e1xia onde as estrelas est\u00e3o mais densamente agrupadas. Comparando a localiza\u00e7\u00e3o da estrela em 2011 e 2021, a equipe conseguiu calcular a alta velocidade com que ela se desloca, embora o exoplaneta em \u00f3rbita n\u00e3o tenha sido observado desta vez.<\/p>\n<h2>Primeiro planeta orbitando uma estrela hiperveloz<\/h2>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122301387276.jpg\"  alt=\"17122301387276 Sistema planet\u00e1rio mais veloz j\u00e1 visto \u00e9 detectado por cientistas da NASA\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122301387277.jpg 241w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122301465278.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122301512280.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/17\/17122301481279.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Orbitando estrela hiperveloz, exoplaneta pode escapar para o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Com base no tamanho do objeto maior, &#8220;Achamos que esse \u00e9 o chamado mundo super-Netuno orbitando uma estrela de baixa massa a uma dist\u00e2ncia que estaria entre as \u00f3rbitas de V\u00eanus e da Terra se estivesse em nosso sistema solar&#8221;, afirma o primeiro autor do artigo, Sean Terry, da UMD e do Goddard em um release. Se for o caso, &#8220;ser\u00e1 o primeiro planeta a ser encontrado orbitando uma estrela hiperveloz&#8221;, e ele ser\u00e1 certamente inabit\u00e1vel, conclui.<\/p>\n<p>No entanto, como o movimento foi apenas observador em duas dimens\u00f5es (2D), se o objeto estiver se movendo em nossa dire\u00e7\u00e3o ou se afastando de n\u00f3s, sua velocidade ser\u00e1 ainda maior. Isso significa que, se ultrapassar a velocidade de escape da gal\u00e1xia (que \u00e9 cerca de 600 quil\u00f4metros por segundo), <strong>esse sistema exoplanet\u00e1rio provavelmente sair\u00e1 da Via L\u00e1ctea<\/strong>, e ir\u00e1 para o espa\u00e7o intergal\u00e1ctica daqui a muitos milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Ou seja, \u201cPara ter certeza de que a estrela rec\u00e9m-identificada faz parte do sistema que causou o sinal de 2011, gostar\u00edamos de olhar novamente em outro ano e ver se ela se move na quantidade certa e na dire\u00e7\u00e3o certa para confirmar que veio do ponto onde detectamos o sinal\u201d, explica Bennett. Se a estrela permanecer fixa, ela n\u00e3o \u00e9 a mesma de 2011.<br \/>Gostou da hist\u00f3ria desse sistema planet\u00e1rio superveloz? Comente em nossas redes sociais, e, se voc\u00ea se interessar por astros incomuns, conhe\u00e7a a hist\u00f3ria <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/400787-astrominibr-a-misteriosa-estrela-30-vezes-maior-que-o-sol.htm\">da estrela com elevados n\u00edveis de l\u00edtio e 30 vezes maior que o nosso Sol.<\/a> At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando um m\u00e9todo indireto de observa\u00e7\u00e3o, astr\u00f4nomos podem ter detectado o sistema planet\u00e1rio mais r\u00e1pido j\u00e1 observado at\u00e9 hoje. Trata-se, na verdade, de um sistema estrela-planeta, pois consiste em uma estrela \u201cmirrada\u201d, segundo a NASA, puxando um \u00fanico planeta 30 vezes mais massivo do que a Terra. Se confirmada a rela\u00e7\u00e3o do sistema bin\u00e1rio com uma observa\u00e7\u00e3o anterior, feita em 2011 por outra equipe de astr\u00f4nomos, \u00e9 poss\u00edvel que esse sistema planet\u00e1rio \u00fanico esteja se movendo pela Via L\u00e1ctea a uma impressionante velocidade de 1,9 milh\u00e3o de quil\u00f4metros por hora. Isso equivale ao dobro da velocidade do nosso sistema solar atrav\u00e9s da Via L\u00e1ctea. De acordo com o novo estudo, publicado recentemente na revista The Astronomical Journal, a estrela hospedeira tem uma massa equivalente a um quinto do Sol, e est\u00e1 localizada a cerca de 24 mil anos-luz do nosso planeta \u201cno interior gal\u00e1ctico\u201d, ou seja, em uma regi\u00e3o entre o nosso Sistema Solar e o centro da nossa gal\u00e1xia. Sistema planet\u00e1rio super-r\u00e1pido ou planeta errante? Estrela com super-Netuno ou planeta errante com lua?? (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o) O primeiro avistamento (indireto) do sistema estelar minimalista ocorreu em 2011, quando uma equipe de cientistas analisava dados coletados pelo projeto MOA (iniciais em ingl\u00eas par Observa\u00e7\u00f5es de Microlente em Astrof\u00edsica). A iniciativa internacional usa o fen\u00f4meno de microlente gravitacional para estudar objetos astrof\u00edsicos, como exoplanetas e mat\u00e9ria escura, operando a partir do Observat\u00f3rio Mount John, na Nova Zel\u00e2ndia. T\u00e9cnica usada para encontrar mundos extrassolares de dif\u00edcil detec\u00e7\u00e3o por outros m\u00e9todos, a microlente gravitacional ocorre quando um objeto massivo passa na frente de uma estrela distante. A gravidade do objeto atua, ent\u00e3o, como uma lente que distorce o espa\u00e7o-tempo ao redor, curvando e amplificando a luz da estrela de fundo. A equipe de 2011 ficou dividida entre a verdadeira natureza dos objetos microlentes: se era uma estrela com cerca de 20% da massa do nosso Sol com um planeta do tipo micro-Netuno (29 vezes mais pesado que a Terra) a reboque, ou um planeta errante (que n\u00e3o orbita uma estrela) com cerca de quatro vezes a massa de J\u00fapiter, puxando uma lua menor que a Terra. Calculando a alta velocidade da estrela Usando os sinais de microlente, os pesquisadores da \u00e9poca inferiram que um dos objetos era cerca de 2,3 mil vezes mais pesado que o outro. Em um comunicado, o pesquisador s\u00eanior do novo estudo, David Bennett, da Universidade de Maryland College Park (UMD) e NASA Goddard, \u201cDeterminar a raz\u00e3o de massa \u00e9 f\u00e1cil. \u00c9 muito mais dif\u00edcil calcular suas massas reais\u201d. Para descobrir se os objetos vistos em 2011 eram um planeta errante e sua lua, os astr\u00f4nomos pesquisaram dados do Observat\u00f3rio Keck no Hava\u00ed e do sat\u00e9lite Gaia da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA). Se esse fosse o caso, os objetos seriam efetivamente invis\u00edveis em observa\u00e7\u00e3o \u00f3ptica ou infravermelha, por n\u00e3o emitirem luz pr\u00f3pria. O que ocorreu, no entanto, foi que os astr\u00f4nomos encontraram uma estrela suspeita a cerca de 24 mil anos-luz de dist\u00e2ncia, o que coloca o objeto luminoso na regi\u00e3o central da nossa gal\u00e1xia onde as estrelas est\u00e3o mais densamente agrupadas. Comparando a localiza\u00e7\u00e3o da estrela em 2011 e 2021, a equipe conseguiu calcular a alta velocidade com que ela se desloca, embora o exoplaneta em \u00f3rbita n\u00e3o tenha sido observado desta vez. Primeiro planeta orbitando uma estrela hiperveloz Orbitando estrela hiperveloz, exoplaneta pode escapar para o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico. (Fonte: Getty Images\/Reprodu\u00e7\u00e3o) Com base no tamanho do objeto maior, &#8220;Achamos que esse \u00e9 o chamado mundo super-Netuno orbitando uma estrela de baixa massa a uma dist\u00e2ncia que estaria entre as \u00f3rbitas de V\u00eanus e da Terra se estivesse em nosso sistema solar&#8221;, afirma o primeiro autor do artigo, Sean Terry, da UMD e do Goddard em um release. Se for o caso, &#8220;ser\u00e1 o primeiro planeta a ser encontrado orbitando uma estrela hiperveloz&#8221;, e ele ser\u00e1 certamente inabit\u00e1vel, conclui. No entanto, como o movimento foi apenas observador em duas dimens\u00f5es (2D), se o objeto estiver se movendo em nossa dire\u00e7\u00e3o ou se afastando de n\u00f3s, sua velocidade ser\u00e1 ainda maior. Isso significa que, se ultrapassar a velocidade de escape da gal\u00e1xia (que \u00e9 cerca de 600 quil\u00f4metros por segundo), esse sistema exoplanet\u00e1rio provavelmente sair\u00e1 da Via L\u00e1ctea, e ir\u00e1 para o espa\u00e7o intergal\u00e1ctica daqui a muitos milh\u00f5es de anos. Ou seja, \u201cPara ter certeza de que a estrela rec\u00e9m-identificada faz parte do sistema que causou o sinal de 2011, gostar\u00edamos de olhar novamente em outro ano e ver se ela se move na quantidade certa e na dire\u00e7\u00e3o certa para confirmar que veio do ponto onde detectamos o sinal\u201d, explica Bennett. Se a estrela permanecer fixa, ela n\u00e3o \u00e9 a mesma de 2011.Gostou da hist\u00f3ria desse sistema planet\u00e1rio superveloz? Comente em nossas redes sociais, e, se voc\u00ea se interessar por astros incomuns, conhe\u00e7a a hist\u00f3ria da estrela com elevados n\u00edveis de l\u00edtio e 30 vezes maior que o nosso Sol. 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