{"id":36361,"date":"2025-02-24T18:08:19","date_gmt":"2025-02-24T21:08:19","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/24\/astrominibr-uma-galaxia-predadora-no-universo\/"},"modified":"2025-02-24T18:08:19","modified_gmt":"2025-02-24T21:08:19","slug":"astrominibr-uma-galaxia-predadora-no-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/24\/astrominibr-uma-galaxia-predadora-no-universo\/","title":{"rendered":"#AstroMiniBR: Uma gal\u00e1xia predadora no Universo"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Em parceria com o <a href=\"https:\/\/twitter.com\/AstroMiniBR\">#AstroMiniBR<\/a>, o TecMundo semanalmente, re\u00fane as not\u00edcias mais relevantes da astronomia para voc\u00ea se manter sempre atualizado sobre o universo. Confira!<\/p>\n<h2>1. A gal\u00e1xia canibal NGC 3640<\/h2>\n<p>A gal\u00e1xia NGC 3640, situada a 88 milh\u00f5es de anos-luz da Terra,<strong> \u00e9 uma verdadeira \u201cpredadora c\u00f3smica\u201d<\/strong>: usando imagens do Very Large Telescope (VLT) do Observat\u00f3rio Europeu do Sul, astr\u00f4nomos observaram que a NGC 3640 tem uma hist\u00f3ria de fus\u00f5es com outros sistemas ao longo de bilh\u00f5es de anos e constantemente absorve gal\u00e1xias menores.<\/p>\n<p>Recentemente, ela parece estar em rota de colis\u00e3o com a gal\u00e1xia NGC 3641, que est\u00e1 prestes a se tornar sua pr\u00f3xima \u201crefei\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126496044.jpg\"  alt=\"24091126496044 #AstroMiniBR: Uma gal\u00e1xia predadora no Universo\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126589045.jpg 156w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126730050.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126699049.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126683048.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Gal\u00e1xia NGC 3640 observada pelo VLT. (Fonte: VLT\/ESO)<\/figcaption><\/figure>\n<p>As imagens tamb\u00e9m revelaram que NGC 3640 apresenta distor\u00e7\u00f5es em sua forma, resultado de fus\u00f5es anteriores.<strong> Esse tipo de intera\u00e7\u00e3o entre gal\u00e1xias pode deformar as estruturas originais e gerar \u201ccicatrizes\u201d vis\u00edveis, compostas por estrelas mais antigas<\/strong>.<\/p>\n<p>Essas estrelas servem como marcadores f\u00f3sseis, revelando o passado turbulento de NGC 3640 e confirmando que ela tem absorvido outras <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/281976-galaxias-possuem-formas-tao-diferentes.htm\">gal\u00e1xias ao longo do tempo<\/a>.<\/p>\n<p>Embora NGC 3640 esteja se aproximando de NGC 3641, ainda n\u00e3o h\u00e1 sinais de que a gal\u00e1xia menor tenha sido afetada pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional do vizinho maior, o que sugere que NGC 3641 pode ter mais tempo antes de ser engolida.<\/p>\n<h2>2. O que \u00e9 o vento solar?<\/h2>\n<p>O vento solar \u00e9 um fluxo cont\u00ednuo de part\u00edculas carregadas, <strong>principalmente pr\u00f3tons e el\u00e9trons, ejetadas pela coroa solar, a camada externa da atmosfera do Sol<\/strong>. Essas part\u00edculas viajam pelo espa\u00e7o a velocidades que podem chegar a 900 km\/s e se estendem por todo o Sistema Solar, criando um ambiente din\u00e2mico ao redor dos planetas e corpos celestes.<\/p>\n<p>A press\u00e3o do vento solar pode <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/400640-qual-e-a-origem-dos-campos-magneticos-do-universo.htm\">interagir com os campos magn\u00e9ticos<\/a> dos planetas, como o da Terra, e at\u00e9 mesmo influenciar a forma\u00e7\u00e3o das auroras boreais e austrais. A coroa solar, extremamente quente, \u00e9 capaz de ionizar os gases nela presentes, liberando part\u00edculas carregadas para o espa\u00e7o.<\/p>\n<div class=\"raw-html-embed\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\">\n<p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">Ventos solares sao fluxos cont\u00ednuos de part\u00edculas que se desprendem da coroa do Sol. <\/p>\n<p>Explosoes na superficie solar podem jogar um amontoado de part\u00edculas em alta velocidade, o que pode ser perigoso para nossos sat\u00e9lites de telecomunicacao.<a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/AstroMiniBR?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#AstroMiniBR<\/a> (c) NASA <a href=\"https:\/\/t.co\/TtIx4UW8Xh\">pic.twitter.com\/TtIx4UW8Xh<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Ana Carolina Posses (@astroposses) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/astroposses\/status\/1637240132934696961?ref_src=twsrc%5Etfw\">March 18, 2023<\/a><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>O vento solar \u00e9, portanto, uma manifesta\u00e7\u00e3o dessa atividade, sendo essencial para entender a f\u00edsica do Sol e suas intera\u00e7\u00f5es com o meio ambiente espacial. Quando o <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/289217-estudo-releva-correlacao-entre-temperatura-velocidade-ventos-solares.htm\">vento solar atinge a Terra<\/a>, ele interage com o campo magn\u00e9tico do planeta que serve de \u201cbarreira\u201d que protege a superf\u00edcie terrestre da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica nociva.<\/p>\n<p>Embora <strong>o vento solar tenha efeitos interessantes e observ\u00e1veis em nosso planeta<\/strong>, ele tamb\u00e9m pode representar desafios para a explora\u00e7\u00e3o espacial. Em miss\u00f5es a longas dist\u00e2ncias, como as de sondas enviadas ao espa\u00e7o profundo, as part\u00edculas do vento solar podem afetar os sistemas eletr\u00f4nicos das naves, al\u00e9m de representar um risco para os astronautas.<\/p>\n<p>O estudo cont\u00ednuo do vento solar ajuda os cientistas a melhorar a previs\u00e3o de tempestades solares e a entender melhor os fen\u00f4menos que ocorrem no espa\u00e7o, <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/266221-especialista-afirma-tecnologia-proteger-circuitos-radiacao-missoes-espaciais.htm\">contribuindo para a prote\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites e futuras miss\u00f5es espaciais<\/a>.<\/p>\n<h2>3. \u00c1cido sulf\u00farico como componente para a vida?<\/h2>\n<p>Uma nova pesquisa publicada por uma equipe internacional liderada por cientistas do MIT prop\u00f5e que, <strong>al\u00e9m da \u00e1gua, a vida alien\u00edgena pode depender de outros l\u00edquidos, como o \u00e1cido sulf\u00farico concentrado<\/strong>.<\/p>\n<p>Segundo a equipe, isso ocorre porque, embora a \u00e1gua seja o solvente ideal <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/272448-telescopio-james-webb-consegue-diferenciar-exoterras-exovenus.htm\">para a qu\u00edmica da vida na Terra, em planetas como V\u00eanus<\/a>, onde a atmosfera \u00e9 composta principalmente de \u00e1cido sulf\u00farico, esse composto pode ser uma alternativa vi\u00e1vel.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126589046.jpg\"  alt=\"24091126589046 #AstroMiniBR: Uma gal\u00e1xia predadora no Universo\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126652047.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126824053.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126824051.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/02\/24\/24091126824052.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Estudos recentes mostram que o \u00e1cido sulf\u00farico pode ser um componente qu\u00edmico fundamental para a vida em alguns exoplanetas. (Fonte NASA)<\/figcaption><\/figure>\n<p>A pesquisa sugere que o \u00e1cido sulf\u00farico pode dissolver os componentes essenciais para a vida, como amino\u00e1cidos e lip\u00eddios, sem destruir as mol\u00e9culas necess\u00e1rias para os processos celulares. O estudo analisou v\u00e1rias subst\u00e2ncias <strong>que poderiam servir como solventes em outros planetas, incluindo metano, am\u00f4nia e at\u00e9 rochas derretidas<\/strong>.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o surpreendente foi que o \u00e1cido sulf\u00farico pode ser capaz de sustentar uma biologia complexa, visto que muitas mol\u00e9culas org\u00e2nicas podem sobreviver e reagir nesse ambiente altamente \u00e1cido, algo que seria impens\u00e1vel em condi\u00e7\u00f5es terrestres. Essa descoberta abre novas possibilidades para a astrobiologia, sugerindo que a vida pode se desenvolver de formas radicalmente diferentes das que conhecemos.<\/p>\n<\/div>\n<p>Curtiu o conte\u00fado? Ent\u00e3o, confira mais conte\u00fados astron\u00f4micos aqui no TecMundo. At\u00e9 o pr\u00f3ximo #AstroMiniBR!\u00a0<\/p>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em parceria com o #AstroMiniBR, o TecMundo semanalmente, re\u00fane as not\u00edcias mais relevantes da astronomia para voc\u00ea se manter sempre atualizado sobre o universo. Confira! 1. A gal\u00e1xia canibal NGC 3640 A gal\u00e1xia NGC 3640, situada a 88 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, \u00e9 uma verdadeira \u201cpredadora c\u00f3smica\u201d: usando imagens do Very Large Telescope (VLT) do Observat\u00f3rio Europeu do Sul, astr\u00f4nomos observaram que a NGC 3640 tem uma hist\u00f3ria de fus\u00f5es com outros sistemas ao longo de bilh\u00f5es de anos e constantemente absorve gal\u00e1xias menores. Recentemente, ela parece estar em rota de colis\u00e3o com a gal\u00e1xia NGC 3641, que est\u00e1 prestes a se tornar sua pr\u00f3xima \u201crefei\u00e7\u00e3o\u201d. Gal\u00e1xia NGC 3640 observada pelo VLT. (Fonte: VLT\/ESO) As imagens tamb\u00e9m revelaram que NGC 3640 apresenta distor\u00e7\u00f5es em sua forma, resultado de fus\u00f5es anteriores. Esse tipo de intera\u00e7\u00e3o entre gal\u00e1xias pode deformar as estruturas originais e gerar \u201ccicatrizes\u201d vis\u00edveis, compostas por estrelas mais antigas. Essas estrelas servem como marcadores f\u00f3sseis, revelando o passado turbulento de NGC 3640 e confirmando que ela tem absorvido outras gal\u00e1xias ao longo do tempo. Embora NGC 3640 esteja se aproximando de NGC 3641, ainda n\u00e3o h\u00e1 sinais de que a gal\u00e1xia menor tenha sido afetada pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional do vizinho maior, o que sugere que NGC 3641 pode ter mais tempo antes de ser engolida. 2. O que \u00e9 o vento solar? O vento solar \u00e9 um fluxo cont\u00ednuo de part\u00edculas carregadas, principalmente pr\u00f3tons e el\u00e9trons, ejetadas pela coroa solar, a camada externa da atmosfera do Sol. Essas part\u00edculas viajam pelo espa\u00e7o a velocidades que podem chegar a 900 km\/s e se estendem por todo o Sistema Solar, criando um ambiente din\u00e2mico ao redor dos planetas e corpos celestes. A press\u00e3o do vento solar pode interagir com os campos magn\u00e9ticos dos planetas, como o da Terra, e at\u00e9 mesmo influenciar a forma\u00e7\u00e3o das auroras boreais e austrais. A coroa solar, extremamente quente, \u00e9 capaz de ionizar os gases nela presentes, liberando part\u00edculas carregadas para o espa\u00e7o. Ventos solares sao fluxos cont\u00ednuos de part\u00edculas que se desprendem da coroa do Sol. Explosoes na superficie solar podem jogar um amontoado de part\u00edculas em alta velocidade, o que pode ser perigoso para nossos sat\u00e9lites de telecomunicacao.#AstroMiniBR (c) NASA pic.twitter.com\/TtIx4UW8Xh \u2014 Ana Carolina Posses (@astroposses) March 18, 2023 O vento solar \u00e9, portanto, uma manifesta\u00e7\u00e3o dessa atividade, sendo essencial para entender a f\u00edsica do Sol e suas intera\u00e7\u00f5es com o meio ambiente espacial. Quando o vento solar atinge a Terra, ele interage com o campo magn\u00e9tico do planeta que serve de \u201cbarreira\u201d que protege a superf\u00edcie terrestre da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica nociva. Embora o vento solar tenha efeitos interessantes e observ\u00e1veis em nosso planeta, ele tamb\u00e9m pode representar desafios para a explora\u00e7\u00e3o espacial. Em miss\u00f5es a longas dist\u00e2ncias, como as de sondas enviadas ao espa\u00e7o profundo, as part\u00edculas do vento solar podem afetar os sistemas eletr\u00f4nicos das naves, al\u00e9m de representar um risco para os astronautas. O estudo cont\u00ednuo do vento solar ajuda os cientistas a melhorar a previs\u00e3o de tempestades solares e a entender melhor os fen\u00f4menos que ocorrem no espa\u00e7o, contribuindo para a prote\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites e futuras miss\u00f5es espaciais. 3. \u00c1cido sulf\u00farico como componente para a vida? Uma nova pesquisa publicada por uma equipe internacional liderada por cientistas do MIT prop\u00f5e que, al\u00e9m da \u00e1gua, a vida alien\u00edgena pode depender de outros l\u00edquidos, como o \u00e1cido sulf\u00farico concentrado. Segundo a equipe, isso ocorre porque, embora a \u00e1gua seja o solvente ideal para a qu\u00edmica da vida na Terra, em planetas como V\u00eanus, onde a atmosfera \u00e9 composta principalmente de \u00e1cido sulf\u00farico, esse composto pode ser uma alternativa vi\u00e1vel. Estudos recentes mostram que o \u00e1cido sulf\u00farico pode ser um componente qu\u00edmico fundamental para a vida em alguns exoplanetas. (Fonte NASA) A pesquisa sugere que o \u00e1cido sulf\u00farico pode dissolver os componentes essenciais para a vida, como amino\u00e1cidos e lip\u00eddios, sem destruir as mol\u00e9culas necess\u00e1rias para os processos celulares. O estudo analisou v\u00e1rias subst\u00e2ncias que poderiam servir como solventes em outros planetas, incluindo metano, am\u00f4nia e at\u00e9 rochas derretidas. 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