{"id":36667,"date":"2025-02-26T12:04:09","date_gmt":"2025-02-26T15:04:09","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/26\/por-que-fechamos-os-olhos-ao-beijar-razao-e-fofa-mas-nao-romantica\/"},"modified":"2025-02-26T12:04:09","modified_gmt":"2025-02-26T15:04:09","slug":"por-que-fechamos-os-olhos-ao-beijar-razao-e-fofa-mas-nao-romantica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/02\/26\/por-que-fechamos-os-olhos-ao-beijar-razao-e-fofa-mas-nao-romantica\/","title":{"rendered":"Por que fechamos os olhos ao beijar? Raz\u00e3o \u00e9 fofa, mas n\u00e3o rom\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div data-v-232111b4=\"\" data-v-0413e3c7=\"\"><!----><\/p>\n<p class=\"bullet mt-0\" data-v-232111b4=\"\">Com isso, os pesquisadores notaram que a percep\u00e7\u00e3o das vibra\u00e7\u00f5es diminu\u00eda conforme aumentava o n\u00edvel de informa\u00e7\u00f5es visuais recebidos.<\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-232111b4=\"\">Ou seja, o estudo foi muito al\u00e9m do sentido do toque e do motivo de fecharmos olhos enquanto beijamos: ele evidenciou que ao inutilizarmos um sentido, acabamos agu\u00e7ando outros.<\/p>\n<h2 class=\"bullet\" data-v-232111b4=\"\">Vis\u00e3o atrapalha a audi\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<p><!----><\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-232111b4=\"\">Em estudos anteriores, pesquisadores j\u00e1 tinham descrito que a capacidade de perceber est\u00edmulos sonoros variava conforme a intensidade de informa\u00e7\u00f5es visuais recebidas simultaneamente.<\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-232111b4=\"\">\u00c9 por isso que quando queremos prestar aten\u00e7\u00e3o na letra de uma m\u00fasica o melhor a se fazer \u00e9 fechar os olhos para que o ambiente a nossa volta fique em segundo plano e possamos nos concentrar no que estamos fazendo, para sentir aquele momento. Inibimos o sentido da vis\u00e3o para apurarmos outros.<\/p>\n<p><!----><\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-232111b4=\"\"><em>Fontes: Larissa Costa Rodrigues Piai, psicoterapeuta comportamental; e Yuri Busin, psic\u00f3logo.<\/em><\/p>\n<p><!----><!----><\/div>\n<p><script>!function(f,b,e,v,n,t,s) {if(f.fbq)return;n=f.fbq=function() {n.callMethod? n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)}; if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version='2.0'; n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0; t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0]; s.parentNode.insertBefore(t,s)}(window, document,'script', 'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js'); fbq('init', '1425099884432564'); fbq('track', 'PageView', { content_name: 'Por que fechamos os olhos ao beijar? 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Em estudos anteriores, pesquisadores j\u00e1 tinham descrito que a capacidade de perceber est\u00edmulos sonoros variava conforme a intensidade de informa\u00e7\u00f5es visuais recebidas simultaneamente. \u00c9 por isso que quando queremos prestar aten\u00e7\u00e3o na letra de uma m\u00fasica o melhor a se fazer \u00e9 fechar os olhos para que o ambiente a nossa volta fique em segundo plano e possamos nos concentrar no que estamos fazendo, para sentir aquele momento. Inibimos o sentido da vis\u00e3o para apurarmos outros. Fontes: Larissa Costa Rodrigues Piai, psicoterapeuta comportamental; e Yuri Busin, psic\u00f3logo.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":36668,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-36667","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tecnologia"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36667","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36667"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36667\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36668"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36667"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36667"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36667"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}