{"id":39430,"date":"2025-03-19T12:21:45","date_gmt":"2025-03-19T15:21:45","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/03\/19\/pebble-a-marca-que-foi-pioneira-em-smartwatches-e-agora-esta-de-volta\/"},"modified":"2025-03-19T12:21:45","modified_gmt":"2025-03-19T15:21:45","slug":"pebble-a-marca-que-foi-pioneira-em-smartwatches-e-agora-esta-de-volta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/03\/19\/pebble-a-marca-que-foi-pioneira-em-smartwatches-e-agora-esta-de-volta\/","title":{"rendered":"Pebble: a marca que foi pioneira em smartwatches e agora est\u00e1 de volta"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>O mercado de smartwatches hoje est\u00e1 evolu\u00eddo e consolidado, com marcas que oferecem modelos focados em produtividade, monitoramento de bem-estar ou registro de atividades f\u00edsicas. <strong>Marcas como Apple, Garmin, Samsung, Huawei e Fitbit s\u00e3o bastante famosas entre quem busca um eletr\u00f4nico para o pulso<\/strong>.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, a situa\u00e7\u00e3o era bem diferente na primeira metade da d\u00e9cada de 2010, quando a oferta desse tipo de dispositivo era bem menor e pouco acess\u00edvel. Nesse setor ainda em busca de uma identidade, um projeto independente chamado <strong>Pebble <\/strong>nasceu e virou um fen\u00f4meno pela internet gra\u00e7as a um formato de financiamento popular na \u00e9poca: o <i>crowdfunding<\/i>, ou financiamento coletivo.<\/p>\n<p><span><iframe title=\"A hist\u00f3ria dos smartwatches \u2013 Hist\u00f3ria da Tecnologia\" width=\"960\" height=\"540\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aKheihKaKqg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>Os rel\u00f3gios inteligentes da Pebble duraram relativamente pouco tempo, mas foi o suficiente para marcar o p\u00fablico que vivem essa \u00e9poca e acompanhava tecnologia. Com a marca retornando em 2025, chegou a hora de relembrar a trajet\u00f3ria do projeto e entender por que essa volta tem sido comemorada.<\/p>\n<h2>Um fen\u00f4meno do Kickstarter para o mundo<\/h2>\n<p>A Pebble como empresa de pequeno porte nasceu da vontade de <strong>Eric Migicovsky<\/strong> de ter um rel\u00f3gio longe do mercado fashion ou de luxo e que n\u00e3o apenas mostrasse as horas, como outros modelos digitais.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s n\u00e3o conseguir atrair o interesse de investidores por meios tradicionais, <strong>em 2012 o Pebble foi anunciado na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter<\/strong>. Ele arrecadou cerca de US$ 10 milh\u00f5es de consumidores interessados, valor muito acima de qualquer meta estipulada pelo inventor, e teve condi\u00e7\u00f5es de sair do papel.<\/p>\n<p>O primeiro Pebble era um smartwatch ainda simples, com tela e-ink (a mesma de leitores digitais, como o Kindle) sem controles por toque e conex\u00e3o via celulares Android ou iOS. Entre os recursos, o rel\u00f3gio exibia emails, chamadas e mensagens recebidas, al\u00e9m de ter aplicativos como calend\u00e1rio, previs\u00e3o do tempo e at\u00e9 um visualizador de postagens em redes sociais.<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento do smartwatch <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/relogio\/27283-lancamento-do-relogio-inteligente-pebble-e-adiado.htm\">foi adiado em um ano por causa da alta demanda<\/a>, com os envios come\u00e7ando em 2013. S\u00f3 com o sucesso inicial os primeiros investimentos de fora chegaram, o que possibilitou a expans\u00e3o das vendas.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105227912102.jpg\"  alt=\"19105227912102 Pebble: a marca que foi pioneira em smartwatches e agora est\u00e1 de volta\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105227944103.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105227944104.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105228037105.jpg 750w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Os modelos da Pebble lan\u00e7ados em 2013. (Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Kickstarter)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos anos seguintes, modelos como o <strong>Pebble Steel<\/strong> (com corpo feito de a\u00e7o) e <strong>Pebble Time<\/strong> (com tela colorida e microfone embutido) sa\u00edram, com o segundo deles novamente <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/crowd-funding\/58609-kickstarter-confira-trajetoria-maior-site-financiamento-coletivo.htm\">batendo o recorde de arrecada\u00e7\u00e3o no Kickstarter<\/a>. A linha tamb\u00e9m foi expandida com o Pebble Time Round, um modelo fino e leve com tela circular mais parecido com os concorrentes do per\u00edodo.<\/p>\n<h2>Por que o Pebble acabou?<\/h2>\n<p>Por mais que o projeto parecesse um sucesso no Kickstarter e de fato apresentasse boas vendas, internamente a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era nada boa. Sem conseguir equilibrar as contas, a companhia demite 25% dos funcion\u00e1rios em 2016 e precisa de empr\u00e9stimos para seguir em opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nesse momento da hist\u00f3ria, o Apple Watch j\u00e1 havia dominado o setor de rel\u00f3gios inteligentes com uma tela touchscreen de qualidade e v\u00e1rios recursos interessantes que faltavam ao Pebble. Por outro lado, a companhia tamb\u00e9m n\u00e3o conseguia mais competir em pre\u00e7o com pulseiras inteligentes baratas e igualmente \u00fateis, em especial de marcas como a Xiaomi.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105827270113.jpg\"  alt=\"19105827270113 Pebble: a marca que foi pioneira em smartwatches e agora est\u00e1 de volta\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105827270114.jpg 245w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105827426117.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105827348115.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19105827364116.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>A linha Pebble 2, \u00faltima lan\u00e7ada pela empresa. (Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\/Kickstarter)<\/figcaption><\/figure>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/wearables\/105225-pebble-anuncia-2-geracao-relogios-exibe-novo-wearable-via-kickstarter.htm\">segunda gera\u00e7\u00e3o de rel\u00f3gios inteligentes da Pebble<\/a> chegou a ser anunciada, novamente financiada por uma campanha de financiamento coletivo. Por\u00e9m, s\u00f3 o Pebble 2 comum foi lan\u00e7ado, enquanto os modelos Time 2 e Core (que funcionaria de forma independente, sem um celular pareado) foram cancelados.<\/p>\n<p>Em crise, a Pebble \u00e9 comprada pela fabricante de dispositivos vest\u00edveis (wearables) Fitbit <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/smartwatch\/112235-crise-pebble-sendo-comprada-fitbit-us-40-mi.htm\">no final de 2016<\/a>. O suporte ao rel\u00f3gio acabaria em 2018, com a comunidade de desenvolvedores ajudando a manter os aparelhos por meio de atualiza\u00e7\u00f5es. A Google <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/mercado\/147361-google-oficializa-compra-fitbit-us-2-1-bilhoes.htm\">adquiriu a Fitbit tr\u00eas anos depois<\/a>, terminando de enterrar o projeto.<\/p>\n<p>Ela <strong>ao menos liberou o c\u00f3digo do PebbleOS<\/strong>, o sistema operacional dos rel\u00f3gios, o que possibilitou ao menos a continuidade do projeto por futuros interessados \u2014 e foi exatamente isso que aconteceu anos depois.<\/p>\n<h2>O retorno do Pebble<\/h2>\n<p>Em janeiro de 2025 e de forma totalmente inesperada, Eric Migicovsky anunciou que a marca Pebble seria revivida. Ela agora vai fazer parte da sua nova empresa, a <strong>Core Devices<\/strong>, que ter\u00e1 como aparelhos de estreia dois rel\u00f3gios inteligentes.<\/p>\n<p>Os modelos s\u00e3o <strong>o Core Time 2 e o Core 2 Duo <\/strong>\u2014 que, apesar de n\u00e3o terem o nome do dispositivo original por motivos de direitos autorais, <strong>roda o PebbleOS, traz o mesmo visual dos aparelhos anteriores<\/strong> (inclusive com pe\u00e7as sobressalentes das f\u00e1bricas desativas), al\u00e9m de praticamente todos os recursos originais da linha.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img  title=\"\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19104848612089.jpg\"  alt=\"19104848612089 Pebble: a marca que foi pioneira em smartwatches e agora est\u00e1 de volta\"  srcset=\"https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19104848519087.jpg 242w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19104848690091.jpg 500w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19104848675090.jpg 750w,https:\/\/tm.ibxk.com.br\/2025\/03\/19\/19104848550088.jpg 1000w,\" sizes=\"100vw\"\/><figcaption>Os dois novos rel\u00f3gios da antiga Pebble. (Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\/Core Devices)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O Core 2 Duo <strong>custar\u00e1 US$ 149 (cerca de R$ 845 em convers\u00e3o direta de moeda, sem contar impostos e frete) e sai em julho de 2025<\/strong>, praticamente como se fosse uma vers\u00e3o levemente modernizada dos Pebble originais \u2014 ainda com tela monocrom\u00e1tica, corpo de pl\u00e1stico e com sensores simples. A compra pode ser feita <a href=\"https:\/\/store.repebble.com\">no site da fabricante<\/a>.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Core Time 2 <strong>ser\u00e1 lan\u00e7ado apenas em dezembro deste ano por US$ 225 (ou R$ 1,27 mil)<\/strong>, contando com uma tela sens\u00edvel ao toque e uma bateria de at\u00e9 30 dias de dura\u00e7\u00e3o, com monitoramento de passos e qualidade do sono.<\/p>\n<p>Quer saber quais s\u00e3o os melhores smartwatches para usar na nata\u00e7\u00e3o? <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/produto\/403246-9-smartwatches-para-usar-na-natacao.htm\">Confira essas dicas no site do TecMundo<\/a>!<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado de smartwatches hoje est\u00e1 evolu\u00eddo e consolidado, com marcas que oferecem modelos focados em produtividade, monitoramento de bem-estar ou registro de atividades f\u00edsicas. Marcas como Apple, Garmin, Samsung, Huawei e Fitbit s\u00e3o bastante famosas entre quem busca um eletr\u00f4nico para o pulso. Por\u00e9m, a situa\u00e7\u00e3o era bem diferente na primeira metade da d\u00e9cada de 2010, quando a oferta desse tipo de dispositivo era bem menor e pouco acess\u00edvel. Nesse setor ainda em busca de uma identidade, um projeto independente chamado Pebble nasceu e virou um fen\u00f4meno pela internet gra\u00e7as a um formato de financiamento popular na \u00e9poca: o crowdfunding, ou financiamento coletivo. Os rel\u00f3gios inteligentes da Pebble duraram relativamente pouco tempo, mas foi o suficiente para marcar o p\u00fablico que vivem essa \u00e9poca e acompanhava tecnologia. Com a marca retornando em 2025, chegou a hora de relembrar a trajet\u00f3ria do projeto e entender por que essa volta tem sido comemorada. Um fen\u00f4meno do Kickstarter para o mundo A Pebble como empresa de pequeno porte nasceu da vontade de Eric Migicovsky de ter um rel\u00f3gio longe do mercado fashion ou de luxo e que n\u00e3o apenas mostrasse as horas, como outros modelos digitais. Ap\u00f3s n\u00e3o conseguir atrair o interesse de investidores por meios tradicionais, em 2012 o Pebble foi anunciado na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter. Ele arrecadou cerca de US$ 10 milh\u00f5es de consumidores interessados, valor muito acima de qualquer meta estipulada pelo inventor, e teve condi\u00e7\u00f5es de sair do papel. O primeiro Pebble era um smartwatch ainda simples, com tela e-ink (a mesma de leitores digitais, como o Kindle) sem controles por toque e conex\u00e3o via celulares Android ou iOS. Entre os recursos, o rel\u00f3gio exibia emails, chamadas e mensagens recebidas, al\u00e9m de ter aplicativos como calend\u00e1rio, previs\u00e3o do tempo e at\u00e9 um visualizador de postagens em redes sociais. O lan\u00e7amento do smartwatch foi adiado em um ano por causa da alta demanda, com os envios come\u00e7ando em 2013. S\u00f3 com o sucesso inicial os primeiros investimentos de fora chegaram, o que possibilitou a expans\u00e3o das vendas. Os modelos da Pebble lan\u00e7ados em 2013. (Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Kickstarter) Nos anos seguintes, modelos como o Pebble Steel (com corpo feito de a\u00e7o) e Pebble Time (com tela colorida e microfone embutido) sa\u00edram, com o segundo deles novamente batendo o recorde de arrecada\u00e7\u00e3o no Kickstarter. A linha tamb\u00e9m foi expandida com o Pebble Time Round, um modelo fino e leve com tela circular mais parecido com os concorrentes do per\u00edodo. Por que o Pebble acabou? Por mais que o projeto parecesse um sucesso no Kickstarter e de fato apresentasse boas vendas, internamente a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era nada boa. Sem conseguir equilibrar as contas, a companhia demite 25% dos funcion\u00e1rios em 2016 e precisa de empr\u00e9stimos para seguir em opera\u00e7\u00e3o. Nesse momento da hist\u00f3ria, o Apple Watch j\u00e1 havia dominado o setor de rel\u00f3gios inteligentes com uma tela touchscreen de qualidade e v\u00e1rios recursos interessantes que faltavam ao Pebble. Por outro lado, a companhia tamb\u00e9m n\u00e3o conseguia mais competir em pre\u00e7o com pulseiras inteligentes baratas e igualmente \u00fateis, em especial de marcas como a Xiaomi. A linha Pebble 2, \u00faltima lan\u00e7ada pela empresa. (Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\/Kickstarter) A segunda gera\u00e7\u00e3o de rel\u00f3gios inteligentes da Pebble chegou a ser anunciada, novamente financiada por uma campanha de financiamento coletivo. Por\u00e9m, s\u00f3 o Pebble 2 comum foi lan\u00e7ado, enquanto os modelos Time 2 e Core (que funcionaria de forma independente, sem um celular pareado) foram cancelados. Em crise, a Pebble \u00e9 comprada pela fabricante de dispositivos vest\u00edveis (wearables) Fitbit no final de 2016. O suporte ao rel\u00f3gio acabaria em 2018, com a comunidade de desenvolvedores ajudando a manter os aparelhos por meio de atualiza\u00e7\u00f5es. A Google adquiriu a Fitbit tr\u00eas anos depois, terminando de enterrar o projeto. Ela ao menos liberou o c\u00f3digo do PebbleOS, o sistema operacional dos rel\u00f3gios, o que possibilitou ao menos a continuidade do projeto por futuros interessados \u2014 e foi exatamente isso que aconteceu anos depois. O retorno do Pebble Em janeiro de 2025 e de forma totalmente inesperada, Eric Migicovsky anunciou que a marca Pebble seria revivida. Ela agora vai fazer parte da sua nova empresa, a Core Devices, que ter\u00e1 como aparelhos de estreia dois rel\u00f3gios inteligentes. Os modelos s\u00e3o o Core Time 2 e o Core 2 Duo \u2014 que, apesar de n\u00e3o terem o nome do dispositivo original por motivos de direitos autorais, roda o PebbleOS, traz o mesmo visual dos aparelhos anteriores (inclusive com pe\u00e7as sobressalentes das f\u00e1bricas desativas), al\u00e9m de praticamente todos os recursos originais da linha. Os dois novos rel\u00f3gios da antiga Pebble. (Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\/Core Devices) O Core 2 Duo custar\u00e1 US$ 149 (cerca de R$ 845 em convers\u00e3o direta de moeda, sem contar impostos e frete) e sai em julho de 2025, praticamente como se fosse uma vers\u00e3o levemente modernizada dos Pebble originais \u2014 ainda com tela monocrom\u00e1tica, corpo de pl\u00e1stico e com sensores simples. A compra pode ser feita no site da fabricante. J\u00e1 o Core Time 2 ser\u00e1 lan\u00e7ado apenas em dezembro deste ano por US$ 225 (ou R$ 1,27 mil), contando com uma tela sens\u00edvel ao toque e uma bateria de at\u00e9 30 dias de dura\u00e7\u00e3o, com monitoramento de passos e qualidade do sono. Quer saber quais s\u00e3o os melhores smartwatches para usar na nata\u00e7\u00e3o? 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