{"id":40610,"date":"2025-03-28T05:06:43","date_gmt":"2025-03-28T08:06:43","guid":{"rendered":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/03\/28\/o-ghibli-verso-da-openai-durou-pouco-coluna-do-the-brief\/"},"modified":"2025-03-28T05:06:43","modified_gmt":"2025-03-28T08:06:43","slug":"o-ghibli-verso-da-openai-durou-pouco-coluna-do-the-brief","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tiproject.online\/index.php\/2025\/03\/28\/o-ghibli-verso-da-openai-durou-pouco-coluna-do-the-brief\/","title":{"rendered":"O Ghibli-verso da OpenAI durou pouco &#8211; Coluna do The BRIEF"},"content":{"rendered":"<p><img  title=\"\"  alt=\"27173330922655 O Ghibli-verso da OpenAI durou pouco - Coluna do The BRIEF\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/img.ibxk.com.br\/2025\/03\/27\/27173330922655.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Sexta-feira, 5 horas. <a href=\"https:\/\/thebrief-newsletter.beehiiv.com\/\">Come\u00e7a mais uma coluna do The BRIEF! Assine j\u00e1!<\/a><\/p>\n<h2>Facebook quer voltar \u00e0s ra\u00edzes<\/h2>\n<p>O Facebook est\u00e1 tentando resgatar o esp\u00edrito das suas origens com a nova aba &#8220;Friends&#8221;, um feed exclusivo para posts de amigos e familiares, <a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2025\/03\/27\/technology\/facebook-roots-friends-family.html\">sem interfer\u00eancia de algoritmos ou influenciadores.<\/a> A mudan\u00e7a, por enquanto dispon\u00edvel apenas nos EUA e Canad\u00e1, \u00e9 um aceno ao \u201cOG Facebook\u201d, como Mark Zuckerberg gosta de chamar a vers\u00e3o mais social da plataforma. Segundo Tom Alison, chefe do app, a ideia \u00e9 recriar a experi\u00eancia que tornou o Facebook um fen\u00f4meno nos anos 2000.<\/p>\n<p>A novidade surge ap\u00f3s anos de cr\u00edticas ao crescimento do conte\u00fado recomendado por IA, que transformou o feed do Facebook em um espa\u00e7o dominado por v\u00eddeos curtos e postagens de criadores desconhecidos \u2013 algo mais parecido com TV do que uma rede social. O modelo impulsionou o engajamento, mas afastou usu\u00e1rios que sentiam falta das conex\u00f5es pessoais. Agora, a Meta aposta em uma abordagem h\u00edbrida: manter os algoritmos no feed principal e oferecer um ref\u00fagio nost\u00e1lgico na aba de amigos.<\/p>\n<p>O movimento \u00e9 estrat\u00e9gico. Enquanto tenta rejuvenescer sua base de usu\u00e1rios com v\u00eddeos e grupos, o Facebook quer reter aqueles que ainda valorizam as intera\u00e7\u00f5es pessoais. A aba &#8220;Friends&#8221; pode n\u00e3o superar o feed principal em popularidade, mas \u00e9 um primeiro passo em uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as que devem chegar ao longo de 2025. Afinal, como disse Alison, o Facebook ainda precisa \u201cparecer social\u201d \u2013 o que, ironicamente, virou um desafio para a pr\u00f3pria rede social.<\/p>\n<h3>O Ghibli-verso da OpenAI durou pouco<\/h3>\n<p>O novo gerador de imagens do ChatGPT viralizou e saiu do ar em menos de 24 horas. A OpenAI pausou o recurso gratuito depois que usu\u00e1rios inundaram a internet com imagens no estilo do Studio Ghibli, desde vers\u00f5es animadas de fotos familiares at\u00e9 recria\u00e7\u00f5es de eventos hist\u00f3ricos como o 11 de setembro e a morte de JFK.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Sam Altman, CEO da OpenAI, entrou na brincadeira, trocando sua foto de perfil no X por uma vers\u00e3o \u201cGhibli-ficada\u201d de si mesmo \u2013 mas logo depois anunciou a suspens\u00e3o da ferramenta para usu\u00e1rios n\u00e3o pagantes. A pol\u00eamica vai al\u00e9m da nostalgia: legalmente, copiar o estilo de um est\u00fadio n\u00e3o infringe direitos autorais, mas o tema segue um campo minado.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Hayao Miyazaki, cofundador da Ghibli, <a href=\"https:\/\/futurism.com\/studio-ghibli-openai-mizayazaki-ai-art-disgusting\">j\u00e1 expressou seu desprezo por arte gerada por IA, chamando-a de um \u201cinsulto \u00e0 vida\u201d<\/a>. Enquanto isso, usu\u00e1rios encontraram formas de burlar as restri\u00e7\u00f5es, criando imagens no estilo de artistas vivos, pol\u00edticos e at\u00e9 cenas perturbadoras. O caso lembra tend\u00eancias anteriores, como bonecos Funko Pop gerados por IA, que levantaram quest\u00f5es sobre direitos autorais e uso da imagem de figuras p\u00fablicas.<\/p>\n<h4>BYD ultrapassa Tesla e acirra guerra dos el\u00e9tricos<\/h4>\n<p>A BYD desbancou a Tesla em receita anual de 2024, faturando US$ 107 bilh\u00f5es contra US$ 97,7 bilh\u00f5es da rival. <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/articles\/cd65d583qvzo\">O crescimento de 29% foi impulsionado pela venda de h\u00edbridos, segmento ignorado por Elon Musk<\/a>. Em volume total, a chinesa tamb\u00e9m atropelou: 4,3 milh\u00f5es de unidades contra 1,79 milh\u00e3o da Tesla. E ainda anunciou um carregador que recarrega um EV em cinco minutos, contra os 15 da Tesla.<\/p>\n<p>Enquanto a Tesla perde mercado na Europa, com vendas caindo 42% nos primeiros meses do ano, tenta abrir novas frentes. A empresa anunciou um evento em Riad, na Ar\u00e1bia Saudita, para promover sua tecnologia aut\u00f4noma e o rob\u00f4 Optimus. O movimento acontece apesar da rela\u00e7\u00e3o turbulenta de Musk com o reino, que j\u00e1 frustrou uma tentativa do bilion\u00e1rio de fechar o capital da Tesla em 2018 e, em seguida, investiu US$ 1 bilh\u00e3o na concorrente Lucid Motors. Agora, com as a\u00e7\u00f5es da Tesla caindo mais de 40% desde dezembro, Musk busca novos aliados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da concorr\u00eancia chinesa, Musk enfrenta desafios pol\u00edticos. Seu apoio a Donald Trump e \u00e0 extrema direita alem\u00e3 gerou boicotes, enquanto governos ocidentais imp\u00f5em tarifas sobre ve\u00edculos chineses. O duelo BYD vs. Tesla est\u00e1 s\u00f3 come\u00e7ando, e o cen\u00e1rio j\u00e1 mostra que, no futuro dos el\u00e9tricos, o jogo n\u00e3o ser\u00e1 decidido apenas na tecnologia, mas tamb\u00e9m na geopol\u00edtica e no pre\u00e7o final ao consumidor.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sexta-feira, 5 horas. Come\u00e7a mais uma coluna do The BRIEF! Assine j\u00e1! Facebook quer voltar \u00e0s ra\u00edzes O Facebook est\u00e1 tentando resgatar o esp\u00edrito das suas origens com a nova aba &#8220;Friends&#8221;, um feed exclusivo para posts de amigos e familiares, sem interfer\u00eancia de algoritmos ou influenciadores. A mudan\u00e7a, por enquanto dispon\u00edvel apenas nos EUA e Canad\u00e1, \u00e9 um aceno ao \u201cOG Facebook\u201d, como Mark Zuckerberg gosta de chamar a vers\u00e3o mais social da plataforma. Segundo Tom Alison, chefe do app, a ideia \u00e9 recriar a experi\u00eancia que tornou o Facebook um fen\u00f4meno nos anos 2000. A novidade surge ap\u00f3s anos de cr\u00edticas ao crescimento do conte\u00fado recomendado por IA, que transformou o feed do Facebook em um espa\u00e7o dominado por v\u00eddeos curtos e postagens de criadores desconhecidos \u2013 algo mais parecido com TV do que uma rede social. O modelo impulsionou o engajamento, mas afastou usu\u00e1rios que sentiam falta das conex\u00f5es pessoais. Agora, a Meta aposta em uma abordagem h\u00edbrida: manter os algoritmos no feed principal e oferecer um ref\u00fagio nost\u00e1lgico na aba de amigos. O movimento \u00e9 estrat\u00e9gico. Enquanto tenta rejuvenescer sua base de usu\u00e1rios com v\u00eddeos e grupos, o Facebook quer reter aqueles que ainda valorizam as intera\u00e7\u00f5es pessoais. A aba &#8220;Friends&#8221; pode n\u00e3o superar o feed principal em popularidade, mas \u00e9 um primeiro passo em uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as que devem chegar ao longo de 2025. Afinal, como disse Alison, o Facebook ainda precisa \u201cparecer social\u201d \u2013 o que, ironicamente, virou um desafio para a pr\u00f3pria rede social. O Ghibli-verso da OpenAI durou pouco O novo gerador de imagens do ChatGPT viralizou e saiu do ar em menos de 24 horas. A OpenAI pausou o recurso gratuito depois que usu\u00e1rios inundaram a internet com imagens no estilo do Studio Ghibli, desde vers\u00f5es animadas de fotos familiares at\u00e9 recria\u00e7\u00f5es de eventos hist\u00f3ricos como o 11 de setembro e a morte de JFK. O pr\u00f3prio Sam Altman, CEO da OpenAI, entrou na brincadeira, trocando sua foto de perfil no X por uma vers\u00e3o \u201cGhibli-ficada\u201d de si mesmo \u2013 mas logo depois anunciou a suspens\u00e3o da ferramenta para usu\u00e1rios n\u00e3o pagantes. A pol\u00eamica vai al\u00e9m da nostalgia: legalmente, copiar o estilo de um est\u00fadio n\u00e3o infringe direitos autorais, mas o tema segue um campo minado. O pr\u00f3prio Hayao Miyazaki, cofundador da Ghibli, j\u00e1 expressou seu desprezo por arte gerada por IA, chamando-a de um \u201cinsulto \u00e0 vida\u201d. Enquanto isso, usu\u00e1rios encontraram formas de burlar as restri\u00e7\u00f5es, criando imagens no estilo de artistas vivos, pol\u00edticos e at\u00e9 cenas perturbadoras. O caso lembra tend\u00eancias anteriores, como bonecos Funko Pop gerados por IA, que levantaram quest\u00f5es sobre direitos autorais e uso da imagem de figuras p\u00fablicas. BYD ultrapassa Tesla e acirra guerra dos el\u00e9tricos A BYD desbancou a Tesla em receita anual de 2024, faturando US$ 107 bilh\u00f5es contra US$ 97,7 bilh\u00f5es da rival. O crescimento de 29% foi impulsionado pela venda de h\u00edbridos, segmento ignorado por Elon Musk. Em volume total, a chinesa tamb\u00e9m atropelou: 4,3 milh\u00f5es de unidades contra 1,79 milh\u00e3o da Tesla. E ainda anunciou um carregador que recarrega um EV em cinco minutos, contra os 15 da Tesla. 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